A extraordinária e contagiante campanha eleitoral de Kalu –  Carlos Veiga rumo à vitória

(…) Ainda, José Maria Neves, o Candidato a Chanceler num sistema semipresidencialista de pendor parlamentar.

Retomando a nossa reflexão sobre as eleições presidências de 17 de outubro e, já na reta final não podíamos deixar de registar a brilhante jornada que tem sido a campanha do nosso candidato Kalu, o candidato da juventude, das mulheres, e que a maioria dos cabo-verdianos, no país e na diáspora, tem manifestado espontaneamente (nos comícios, nas ações porta-porta, nas redes sociais…) o seu apoio e a sua preferência.

Trata-se de uma constatação inequívoca, um feedback muito positivo, deveras emocionante, que se explica  não somente pelo reconhecimento do prestígio do DR. Carlos Veiga (enquanto advogado e enquanto político), pelo legado na luta pela democracia e a sua implantação no país, mas, igualmente pela contagiante jornada  que está realizando com discussão de ideias ,proposta inovadoras(promover a paternidade responsável por exemplo), pela postura sempre educada, serena e tranquila que caracteriza um pai de família e um pai da nação, respeitando os seus adversários;  pela qualidade  criatividade  do trabalho da sua equipa de campanha o que diferencia-se sobremaneira da do seu adversário direto.

Como dizem os ingleses hard work pays off (o trabalho abnegado compensae a equipa de Kalu vem demonstrando esse profissionalismo e esta sublime criatividade, evidenciando domínios impressionantes de instrumentos de marketing político/ comunicacional.

Caros leitores, vejamos que não se trata somente de aspectos quantitativos (nº de outdoors, de carro de som) como o candidato adversário fez referência, reconhecendo claramente que a sua campanha não tem estado à altura da de Kalu –  Carlos Veiga.

Senão vejamos, a campanha de Kalu optou por uma ou duas músicas fortes e emotivas que até fazem com que as crianças dancem logo quando as ouvem, ao passo que a campanha do Zé de Nair tem mais de 5 músicas oficiais que não contagiam facilmente ou não fidelizam o eleitorado fora do PAICV, isto é , quando se ouve (estando o eleitor dentro de casa por exemplo) demora-se alguns segundos para se perceber de quem é o carro de som e, mesmo o conteúdo não é apelativo, pois  é  quase sempre a mesma repetição “nu djunta mom cabeça e coração” …

Vejam que os outdoors de JMN, invariavelmente, destaca a foto do candidato e o slogan oficial, quase sempre sem conteúdo político forte, ao passo que os do Veiga é mais trabalhado no conteúdo e até nas imagens quando o candidato aparece rodeado de pessoas, jovens etc etc

Esses são apenas alguns dos aspetos para demonstrar que a questão de fundo não tem a ver propriamente com a quantidade e meios, pois estes são da responsabilidade de cada candidato mobilizar dentro do quadro legal (apoios de empresas, recurso à banca etc etc ) daí que não vale a pena choramingar de que outro tem mais outdoor e mais carros de som, pois o nosso Lembrador há de lembrar ao Senhor candidato  JMN  de que nunca  se queixou dessas desvantagens  quando estava no Governo (no poder),e nem os candidatos a PR os quais ele apoiava freneticamente em cima do palco disso se queixavam .

Caros eleitores,

O candidato JMN tem vindo sistematicamente a dar sinais de alguma desorientação política em face à onda crescente que desde o início da campanha tem crescido diariamente a favor do nosso Kalu. São sinais óbvios de desculpas antecipadas de quem, experiente como é, sente que a sua campanha se tem revelado num mar de contradições e que nem o seu partido e respectivos militantes e simpatizantes estão com ele de forma integral, isto é com “mom cabeça e coração djuntado”. Ciente disso e dos constrangimentos daí resultantes, foi obrigado a ir resgatar nesta reta final para o comício em Achadinha o Líder interino do partido (diga-se de passagem, que por razões estratégicas que esboçamos no anterior artigo o JMN não o queria inicialmente ao lado dele) e algumas caras protagonistas de insucesso eleitoral dentro do PAICV e fora, caso da Senhora Cristina Fontes Lima que tem-se mostrado estupefacta nas redes sociais relativamente ao número de membros de governo a apoiar Kalu (mas entende-se que a amnésia seletiva também pode ter a ver com a idade) .

Meus senhores, isto é sintomático de que este candidato tem contas para ajustar com boa parte do eleitorado do próprio PAICV tanto pela deslealdade partidária para com a JHA (lembrem-se das frequentes reuniões do grupo de reflexão no hotel tópico, vindas ao público, liderado pelo JMN para conspirar contra a então líder Dra. JHA?) como pela forma como tratou os apoiantes de Aristides Lima, chamando-os de ratos e intriguistas.

Outro sinal sintomático da instabilidade emocional do JMN nestas eleições é a sistemática tentativa de descredibilização das eleições fazendo agora alusão a hakers e quejandos… bem como a tentativa frustrada e desajeitado de colar Veiga e o MPD à extrema direita, assuntos que não tem nenhum respaldo midiático nestas presidências nem para o interesse da população (tal como não  teve nas legislativas ) e que em nada interpela o candidato rosto  da democracia cabo-verdiana, já  o tema do momento: “expulsão de alunas grávidas dos liceus”, aliás uma medida de viés talibã  conforme caracterizou o ilustre candidato Casimiro de Pina, deve interpelar e muito o eleitorado juvenil .

O candidato oficial do PAICV parece que se candidatou às eleições erradas pois quer ser Chanceler (sistema de chancelaria do tipo alemão que é a forma de governo com o qual legitimamente se identifica, isto é público e notório e está escrito/publicado numa entrevista que deu em 2015) num sistema semipresidencialista de pendor parlamentar que o Carlos veiga ajudou a desenhar. Há qualquer coisa que não bate certo nos discursos e ações do candidato JMN que se espera certamente um sancionamento vigoroso e expressivo da maioria do sábio povo cabo-verdiano no dia 17 de outubro.

Caros jovens, Kalu – Carlos Veiga já disse que nesse momento difícil pelo qual o país atravessa “não precisamos de crispação política”, precisamos sim de estabilidade política e institucional, alguém que conheça bem os problemas da justiça por dentro e por fora, alguém que confia no nosso sistema político e nas nossas instituições.

Nu bai nós tudo nu bai elege Kalu- Carlos Veiga pa no uni cabo-verdianos e pa nu avança rumo ao desenvolvimento de Cabo Verde.

 

2 COMENTÁRIOS

  1. Acusar o ‘pai da nossa democracia’ de ligações ao extremismos, esquecendo que o próprio JMN é um anarquista de extrema esquerda, e que ligação ao Amilcar Cabral já configura anarquismo, e que nos tempos da famigerada jaac-cv JMN amordaçou centenas de jovens, retirou bolsas de estudos a dezenas de jovens não alinhados com a ditadura, só pode ser brincadeira do Zemas. Mas o MpD falha sistematicamente na resposta adequada ao candidato Rolex. Em boa verdade, JMN, só é hoje candidato a PR por causa do Carlos Veiga. Na ditadura do paicv, JMN nunca seria nem primeiro-ministro muito menos um candidato a PR. Teria o mesmo destino do Renato Cardoso. Esta e a verdade, que tanto o JMN quanto o próprio Carlos Veiga ignoram.

  2. O José Mentira Neves , para além de mentir compulsivamente e de atacar tudo o que ele mesmo fez no passado é de uma incongruência sem limites. A falta de argumentos, os ataques pessoais, a desorientação e desalinhamento da sua campanha eleitoral são evidentes.
    A tampa saltou-lhe , o careca dele foi descoberto, o seu verdadeiro mau caracter vieram ao de cima e mostraram que ele é um flop político, um manipulador, intriguista, vingativo, abusador de mulheres e rapariguinhas. Ele está impreparado para ser o Pai da Nação Cabo-verdiana. Não tem perfil !

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