Ulisses Correia e Silva foi à Ribeira de São Miguel constatar o impacto do projeto e gostou do que viu, e enalteceu o trabalho e dedicação das mulheres, a quem felicitou
Um projeto de inclusão socioeconómica, alinhado com o que o Governo pretende, ou seja, a não perpetuação da pobreza. Várias mulheres estão a trabalhar parcelas agrícolas na Ribeira de São Miguel, na ilha de Santiago, e o Primeiro-Ministro foi lá conhecer o impacto do projeto.
Após percorrer as parcelas e constatar o trabalho dedicado das 49 mulheres, a “maioria chefes de famílias”, UCS revelou o seu entusiasmo. “Fiquei muito entusiasmado pelo trabalho e dedicação dessas mulheres, estão todas de parabéns”, assinalou.
O PM reconhece que este projeto acarinhado pela Câmara Municipal de São Miguel está alinhado com o que o Governo defende, ou seja, “a não perpetuação da pobreza”.
O PM diz mesmo que o seu Governo não quer “pessoas assistidas para sempre”.
“Enquanto tiverem força, energia e capacidade de produzir, vamos dar todas as condições para que tenham o próprio rendimento”, assegurou.
“Juntamos a capacidade, a força e a vontade de fazer dessas mulheres, com os terrenos agrícolas que já tinham e investimos, numa parceria entre o Governo e a Câmara Municipal de São Miguel. Investimentos na recuperação dos solos; mobilização de água e instalação de sistemas de irrigação, e, por fim, na capacitação e ligação com os mercados”, acentuou.
UCS mostrou-se confiante no sucesso deste projeto e com esperança afirma que “cada pessoa que tiramos da pobreza, é uma família que se empodera, que cria o seu próprio rendimento, para cuidar da saúde e da educação dos seus filhos, e que consegue a sua autonomia financeira”.
Este projeto agrícola, recorda-se, é reconhecido a nível internacional com o “Prémio Progresso” pelo Fundo Andaluz de Municípios para a Solidariedade Internacional, FAMSI, e pela Fundação para o Desenvolvimento dos Povos da Andaluzia, FUDEPA.
O Governo vai continuar a apostar no empoderamento das mulheres, sobretudo, e assinala que o projeto deve ser replicado noutros territórios. A ideia é beneficiar duas mil famílias a nível nacional, sempre na perspetiva de dar autonomia e permitir a criação do autoemprego.