Oportunidades de negócios no âmbito da Economia Azul em debate na Praia

No Mindelo será debatido os setores das pescas, turismo e energia. Ambos acontecem na Uni-CV

A Universidade de Cabo Verde realiza um ateliê subordinado ao tema “As oportunidades de Negócios no âmbito da Economia Azul e os setores das pescas, turismo e energia”. Na Praia será no dia 16 e a 18, no Mindelo.

No dia 16, o ateliê vai ter lugar no Auditório da Escola de Negócios e Governação e no dia 18, nas instalações do Instituto Nacional de Desenvolvimento das Pescas, INDP, na Cova d’Inglesa.

Refira-se, a atividade é realizada em parceria com o INDP e o Campus do Mar, através da Universidade de Vigo e a Pró-Empresa, no âmbito do programa da 2.ª fase do EMPREAMAR CV e tem por finalidade partilhar experiências sobre empreendedorismo Azul em Galícia, bem como as oportunidades de negócios no setor marítimo em Cabo Verde.

O ateliê pretende fortalecer o debate sobre o empreendedorismo e a Economia Azul, promover e reforçar o ecossistema de empreendedorismo sustentável e reforçar o aproveitamento das oportunidades de negócio em cada um dos âmbitos escolhidos.

De realçar que o Empreamar Cabo Verde traduz-se num programa de empreendedorismo para o setor marítimo no País que visa a inovação para o desenvolvimento sustentável das comunidades costeiras de Cabo Verde. Em termos gerais, o programa ambiciona, também, contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que dependem da economia marítima, através da implementação de soluções inovadoras.

C4 Pedro aplaude decisão de se avançar para os direitos de autor no País

“Quando um artista interpreta a música de um outro, e estiver registado, todos ganham”, precisou, admitindo não ser justo que um cantor ganhe ao interpretar músicas de outros artistas e o verdadeiro autor não ser compensado

O Angolano C4 Pedro aplaudiu esta manhã, em Santa Maria, a aposta de Cabo Verde em avançar com os direitos autorais. “Muito mais que vaidade”, disse, é uma questão de “respeito” e de “reconhecimento” pelo trabalho dos artistas.

Em declarações aos Órgãos de Comunicação Social que cobrem o Festival de Música de Santa Maria, o cantor observou que os direitos autorais “alimentam o artista” por tudo o que já fizeram, durante a carreira.

“Quando um artista interpreta a música de um outro, e estiver registado, todos ganham”, precisou, admitindo não ser justo que um cantar ganhe ao interpretar músicas de outros artistas e o verdadeiro autor não ser compensado.

Segundo observou, Cabo Verde “está de parabéns” pela decisão de se avançar com os direitos autorais.

Recorda-se que o Festival de Santa Maria é o primeiro de sempre, em Cabo Verde, a pagar os direitos autorais.

Primeiro dia do Festival chega ao fim

Ricky Man foi o artista com a responsabilidade de fechar a primeira de duas noites do Santa Maria, Festival que está a homenagear a Morna

O artista que participa pela quarta vez no Festival Internacional de Música, mostrou-se surpreso com a energia dos presentes que o esperaram até perto das 9 horas da manhã. Apesar das horas, houve muita vibração durante a sua atuação.

“Só tenho que agradecer o público do Sal”, expressou o artista que fala numa experiência “expetacular”, isto referindo-se à hora da sua atuação em Santa Maria.

Ao OPAÍS.cv, o artista indicou estar a preparar a celebração dos 10 anos da produtora Broda Music, e que ainda este ano vão surgir muitas novidades, em parceria com Djodje e outros artistas da produtora. Já ontem, lançou-se uma música comemorativa, intitulada “Geral”, para assinalar estes 10 anos.

Com esta atuação, chega ao fim a primeira de duas noites do Festival. O balanço é “positivo” nas palavras da organização.

Logo mais a festa continua, com um segundo leque variado de artistas, nesta festa que está a homenagear a Morna.

Boa Vista recebe ações de sensibilização e prevenção sobre o álcool e outras drogas

Evento realiza entre os dias 16 e 19, acompanhado de um leque de atividades de sensibilização e prevenção do uso de substâncias psicoativas, junto de famílias

No âmbito do reforço das ações de sensibilização nas comunidades, a Comissão de Coordenação do Álcool e Outras Drogas, realiza entre os dias 16 e 19, na Boa Vista, um leque de atividades de sensibilização e prevenção do uso de substâncias psicoativas, junto de famílias, porta-a-porta e conversa aberta.

O objetivo dessas atividades, consiste em reforçar as ações de prevenção sobre os problemas ligados às substâncias psicoativas e contribuir para a promoção de estilos de vida saudáveis.

Do programa das atividades constam a realização de conversas aberta sobre o alcoolismo desde os sintomas, causas e tratamento, o reforço e sensibilização, porta-a-porta junto das comunidades sobre a temática, entre outros.

Jorge Neto. Único mesmo!

Foi o segundo do projeto Dance House, a pisar o palco de Santa Maria já na madrugada deste sábado

O cantor de “Rosinha”, bem ao seu estilo, cativou o grande público que o aguardou, para com ele recordar alguns dos sucessos.

O cantor, residente em Portugal, confirmou manter boa performance em palco. E continua a ser um artista muito apreciado. O público provou que ainda ele é dos melhores em palco tal a forma como era aplaudido ao final de cada atuação.

“É um prazer estar de volta”, confirmou.

A atuação de Jorge Neto contou com um fã especial, no último tema interpretado, ele que veio de São Nicolau propositadamente para assistir ao seu ídolo.

Willian Araújo emocionado no palco de Santa Maria

Autor do hit “Oh k Sab” garantiu ao OPAÍS.cv ser este um dos melhores públicos, que cantou com ele durante toda a sua atuação

Jovem artista Cabo-verdiano, residente na Holanda, que pela primeira vez atua no Festival de Música da Praia de Santa Maria, diz-se emocionado por pisar este que ele considera um dos maiores palcos nacionais.

Autor do hit “Oh k Sab” garantiu ao OPAÍS.cv ser este um dos melhores públicos, que cantou com ele durante toda a sua atuação. “Trouxe músicas antigas e outras mais recentes e o público surpreendeu-me”, enfatiza.

Era por volta das 9h da manhã já de sábado, quando o artista desceu do palco, mas o público tinha energia ainda para vibrar com o artista que anuncia estar a preparar novidades para os seus fãs.

Willian Araújo está agora afeto à produtora Raça Mau, do grupo do também cantor Elji Beatzkilla, um outro ‘monstro’ da música moderna nacional.

Ricky Man é o homem que se segue, para depois se fechar o primeiro de duas noites-madrugada do Festival que também assinala o Dia do Município do Sal.

Jim Rama rendido à energia do público em Santa Maria

O artista Francês fez vibrar o público presente, com suas músicas estilo zouk. O sol já raiava em Santa Maria, mas ninguém arredou o pé

Jim Rama, que cantou alguns dos seus sucessos, muito conhecidos do público presente no areal, como “Nha Coração”, “Sandy”, “Touloulou”, entre outros, mostrou-se rendido ao grande público, e a forma vibrante como foi recebido.

O artista falou em “energia contagiante” dos fãs.

Jim Rama diz ter gostado do próprio show, muito por causa do público “maravilhoso” que também contribuiu para um grande momento.

No areal houve mesmo quem dançou com seu companheiro (companheira) ao som dos seus sucessos.

Com novos singles, Jim Rama informa que continua no estúdio a preparar algo novo que espera poder apresentar ao público Cabo-verdiano.

Depois do “astro” do zouck, Jorge Neto tomou conta do palco. Seguir-se-ia William Araújo e Rick Man, para encerrar.

O sol está mais alto agora e ainda há público em considerável número.

O que mais gostei foi a energia do público – C4 Pedro

Autor de “bo tem mel” viu um público cantar e interagir com ele, em todas as suas músicas, do princípio ao fim

O cantor Angolano, C4 Pedro, confessou ter ficado agradavelmente surpreendido com a receção que teve na sua primeira atuação na ilha do Sal.

No palco do Festival de Santa Maria, o autor de “bo tem mel” viu um público cantar e interagir com ele, em todas as suas músicas, do princípio ao fim. No final, rendeu-se ao público. “O que mais gostei foi a energia do público”, confessou, admitindo que a resposta foi o que se pode considerar “lei do retorno”.

É que segundo observou, o artista “recebe o que dá”.

C4 Pedro, nota que Cabo Verde “são ilhas de música e musicalidade”, e mostrou-se agradado com as semelhanças entre o Cabo-verdiano e o povo Angolano, pois ambos gostam de festa.

O Cabo-verdiano “gosta de pular, gosta de festa, gosta de muita festa”.

Instado sobre a homenagem à Morna, o cantor sublinha, embora sem responder diretamente, sugeriu que o Africano tem o “dever” de “abraçar” todos os ritmos e tradições do Continente.

O Festival de Santa Maria já caminha para o fim, falta apenas o Dance House que trás ao palco Jorge Neto, Jim Rama, William Araújo e Ricky Man.

A surpresa da noite, Supa Squod, já fez a sua atuação mas recusou prestar declarações aos Jornalistas alegando ter que seguir para o aeroporto, para a viagem de regresso.

Hip Hop Top provoca “delírio” nos fãs

Batchart, Hélio Batalha e PNC partilharam da mesma ideia de que este é um projeto com pernas para andar e que deveria ser adotado por outras entidades

O Festival de Música da Praia de Santa Maria, prossegue na sua primeira noite. Acaba de atuar o projeto Hip Hop Top, liderado por um trio (quarteto) de rappers.

De São Vicente mas proveniente da Cidade da Praia, Batchart; de Ponta d’ Água, Hélio Batalha; e de Praia e Assomada, Rapaz100Juiz, este projeto musical preparado exclusivamente para este Festival Internacional, superou expetativa.

A julgar pela reação do público, foi um dos maiores momentos deste Festival de Música (até agora), na medida em que o público aglomerou, massivamente, em frente ao palco, mal iniciou a atuação de Hélio Batalha, o primeiro a apresentar-se ao grande público.

É indiscutível a forma como o público abraçou, aplaudiu e fez coro com os Hip Hop Top.
No final das atuações, e em conversa com OPAÍS.cv, os intérpretes confirmaram terem vivido uma experiência exemplar em Santa Maria.

Um projeto para “continuar”, assegurou um dos interlocutores dos Rapaz100Juiz, para quem o show correu “muito bem”. Também de acordo, em como deve continuar este projeto, estão Hélio Batalha e Batchart para quem, a aposta da Autarquia Salense mostra que a cultura Hip Hop está a evoluir e a chegar a todas as camadas socais.

Batchart diz mesmo que outras Autarquias deveriam seguir o exemplo do Sal.

O Festival entra agora na sua reta final. C4 Pedro, Supa Squod e para encerrar Dance House, com Jorge Neto, Jim Rama, William Araújo e Ricky Man.

Público rendido ao Rubera Roots

São os primeiros acordes do estilo reggae que se ouviu no palco do Festival. Público vibrou e grupo ficou encantado com a Banda

O Festival está, praticamente, a meio do primeiro dia. Rubera Roots subiu ao palco com seu estilo caraterístico, nesta festa à Morna.

RAS Nunukah confirmou a música é “cooperativo”, por isso “junta pessoas” como está a acontecer neste Festival que tem a Morna como homenageada. O cantor admite que a Morna “sempre” acaba por “nos influenciar”.

“Este Festival está de parabéns por ter a Morna em consideração”, comentou o cantor para quem este género musical “está vivo”.

O púbico foi “fantástico”, avaliou nas suas declarações ao OPAÍS.cv.

O Festival prossegue. Segue, logo de seguida, o Hip Hop Top, com Rapaz100Juiz, Batchart e Hélio Batalha.

Supa Scuad, surpresa de cartaz, vem atuar nesta primeira noite.

C4 Pedro, Jorge Neto, Jim Rama, William Araújo e Ricky Man completam o elenco desta primeira de duas noites de música.