Mais uma “mentira” veio à praça pública, nas últimas horas
A saga para aniquilar política e moralmente o cidadão Carlos Santos continua a produzir “inéditos”.
Nas últimas horas, o jornal “Santiago Magazine” que trouxe o tema para a atualidade, revelando apenas o nome do antigo Ministro do Turismo e Transportes, omitindo, figuras ligadas ao PAICV, trouxe elementos que segundo apurou OPAÍS.cv são “completamente falsos”.
Ao contrário do que adianta aquele jornal, o antigo Ministro não é constituído arguido na Comarca do Sal, nem num outro processo mas sim no mesmo processo contra a então PCA do INPS e antiga Ministra do PAICV, e seu então aliado-assessor jurídico, Amadeu Oliveira.
OPAÍS.cv está em condições de assegurar que esta informação é falsa, uma vez que a Comarca do Sal recebeu a Carta Precatória número 65/2024-25 da Procuradoria da Praia, onde o processo foi instruído. Aliás, a referência da Carta Precatória está no título do documento assinado pelo então Ministro e do advogado que o acompanhou na audição, estando o caso sobre segredo de Justiça, não se compreendendo como aquele órgão teve acesso ao documento.
“Há aqui claramente, violação do segredo de justiça”, comenta a fonte do nosso jornal.
A Procuradora do Sal apenas ouviu o então Ministro a pedido da Procuradoria da Praia e fez as perguntas enviadas precisamente da Cidade da Praia.
O que é Carta Precatória? É uma solicitação de um Procurador ou de um Juiz a uma outra Comarca para um expediente judicial quando a pessoa a ser ouvida não reside na Comarca onde o processo foi instruído. Este fato confirma que o Carlos Santos foi ouvido a pedido, e não num processo separado como insiste o Santiago Magazine.
“Há pressa em aniquilar o Carlos Santos”, comenta fonte de OPAÍS.cv que estranha que um documento assinado pelo Ministro tenho vazado para a Imprensa, quando é matéria abrangido pelo Segredo de Justiça.