O jornalista Moisés Évora, um alto dirigente do INPS, identificado como Nuno, um técnico informático de nome Evandro, estão entre os arguidos abrangidos pela Operação Aurora, investigação relacionada com suspeitas de crimes sexuais contra menores na ilha do Sal. O conhecido Djô Palavra também consta do processo, mas não ficou em prisão preventiva
As novas detenções e medidas de coação conhecidas esta semana voltaram a colocar a Operação Aurora no centro das atenções, numa investigação que, segundo a Polícia Judiciária, envolve suspeitas de prostituição de menores, lenocínio, abuso sexual de crianças e agressão sexual de menores.
Entre os arguidos encontra-se o jornalista Moisés Évora, bem como um alto dirigente do INPS, identificado como Nuno, assim como um técnico informático de nome Evandro, todos abrangidos pelo processo que está sob investigação das autoridades judiciais.
O conhecido Djô Palavra também figura entre os arguidos da Operação Aurora. No seu caso, contudo, não foi decretada prisão preventiva, tendo permanecido em liberdade.
Com as detenções efetuadas entre 29 de setembro e 2 de outubro, a Operação Aurora contabiliza 25 detidos, dos quais 18 ficaram em prisão preventiva, segundo os dados divulgados sobre o processo.
A investigação teve início em julho de 2025 e procura apurar factos que terão ocorrido desde 2023, envolvendo alegadas vítimas menores de idade, algumas com menos de 14 anos.
Todos os envolvidos beneficiam da presunção de inocência até decisão judicial transitada em julgado.





