122 Jornalistas e trabalhadores dos media foram assassinados no ano passado
A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) relatou que 122 Jornalistas e trabalhadores da comunicação foram assassinados em 2024, “um dos anos mais letais” para a profissão.
A guerra no Médio Oriente, especialmente em Gaza e no Líbano, foi responsável por 58% das mortes, com 64 jornalistas Palestinianos, seis Libaneses e um Sírio assassinados.
Desde o início do conflito em outubro de 2023, o número de jornalistas mortos na Palestina subiu para 147, tornando-a “um dos lugares mais perigosos da história do jornalismo moderno”.
Em outras regiões, a FIJ registou assassinatos na Ásia-Pacífico (20 mortes), África (10 mortes, principalmente no Sudão), Américas (9 mortes, incluindo cinco no México) e Europa (4 mortes na Ucrânia).
Além disso, o número de jornalistas presos subiu para 516, com a China liderando a lista (135 detidos), seguida por Israel (59 jornalistas palestinianos) e Myanmar (44).
O secretário-geral da FIJ, Anthony Bellanger, apelou à ONU para implementar uma convenção vinculativa que garanta a segurança dos profissionais da comunicação social.


