Informação é da Federação Internacional de Jornalistas, FIJ, no Dia Internacional dos Direitos Humanos
A FIJ divulgou esta quinta-feira, 10, que, pelo menos, 42 Jornalistas foram mortos no decurso do ano 2020 e que 235 profissionais estão na prisão. Os casos fatais ocorrem na América, 15 mortos; Ásia-Pacífico, 13; África e Médio Oriente com 6 casos cada e 2 na Europa.
México é dos países considerados mais perigosos para os Jornalistas, tendo registado um total de 13 mortos, em 2020. O Paquistão teve 5, o Afeganistão 3, tal como a Índia, a Nigéria e o Iraque. As Filipinas, Somália e Síria tiveram 2 mortes cada, ao passo que Camarões, Honduras, Paraguai, Rússia, Suécia e Iémen tiveram 1 morto cada.
Em 30 anos seguidos, diz a mesma organização, um total de 2.650 Jornalistas foram mortos em vários países. Os dados constam do Livro Branco sobre o Jornalismo Global, divulgado por ocasião do Dia Internacional dos Direitos Humanos.
De acordo com a FIJ, o Iraque é onde mais Jornalistas foram mortos. Em 3 décadas foram 339 vidas ceifadas, seguido do México, com 175 mortos e Filipinas, 159. Paquistão, 138; Índia, 116; Rússia, 110; Argélia, 106; Síria, 96 e Somália e Afeganistão com 90 mortos, cada, completam o top10 de países mais mortíferos.
Os anos de 2006, com 155 mortos, e 2007, com 135 mortos, são os anos com mais mortos, pontua o Livro Branco, que atribui tal situação às situações de guerra no Iraque.


