Estes não cumpriam as normas sanitárias em vigor. Informação foi avançada hoje pela Proteção Civil, dando conta que durante 30 de abril a 30 de maio, um total de 6.965 estabelecimentos comerciais, foram fiscalizados, dos quais 5 mil foram notificados
Durante o período do Estado de Calamidade, de 30 de abril a 30 de maio, as autoridades encerraram 635 estabelecimentos comerciais por não cumprimento das normas sanitárias existentes e em vigor no País.
De acordo com o Presidente Interino da Proteção Civil estes fazem parte de um total de 6.965 estabelecimentos comerciais fiscalizados, nomeadamente bares, restaurantes e similares, dos quais 5 mil foram notificados.
Segundo Hélio Semedo, que falava durante uma conferência de Imprensa, na Cidade da Praia, para apresentar o balanço das ações de fiscalização, realizadas entre 30 de abril e 30 de maio, o maior número de encerramento aconteceu na Ilha da Boa Vista, 225, seguido de São Vicente, 164, e Praia com 156.
Semedo explicou entretanto que o encerramento desses estabelecimentos é temporário, e que a maioria dos mesmos já devem estar reabertos.
Outras Sanções
No mesmo período, 887 estabelecimentos comerciais de consumo de bebidas alcoólicas, nomeadamente, bares e similares, violaram o horário de funcionamento do serviço, que é até às 21h00.
À IGAE foram remetidas 27 coimas para aplicação de medidas legais, como cessação de licença e funcionamento. Um total de 822 pessoas foram multadas por não usarem máscaras faciais, com maior incidência na Ilha do Sal, 317, seguida de São Vicente, 100, Ribeira Grande de Santo Antão, 68, Paúl, 59, Praia, 53, Santa Catarina de Santiago, 42, e São Miguel, 21.
Cabo Verde encontra-se novamente em Estado de Calamidade, desde o dia 30 de maio, depois de prolongado, e estendido à Ilha Brava, a única que não estava incluída no decreto que entrou em vigor em 30 de abril até 30 de maio. Para esse responsável da Proteção Civil, as medidas têm surtido efeitos de “imediatos” e apela a continuidade do cumprimento das mesmas.


