Mais concretamente, reclama cerca de 4,6 mil milhões de Euros, o equivalente a 507,2 milhões de contos Cabo-verdianos, aproximadamente 7 vezes o último Orçamento de Estado, aprovado para 2020, que foi de 73 milhões de contos Cabo-verdianos
Em comunicado, a PGR de Angola sustenta que o arresto de bens de Isabel dos Santos foi decretado no âmbito de uma providência cautelar, em processo cível, que corre atualmente naquele País
Mais concretamente, o Estado Angolano reclama cerca de 4,6 mil milhões de Euros, o equivalente a 507,2 milhões de contos Cabo-verdianos, aproximadamente 7 vezes o último Orçamento de Estado, aprovado para 2020, que foi de 73 milhões de contos Cabo-verdianos.
De recordar que o Consórcio Internacional de Jornalismo de Investigação revelou em 19 de janeiro, mais de 715 mil ficheiros, sob o nome de Luanda Leaks, que detalham alegados esquemas financeiros de Isabel dos Santos e do marido, que lhes terão permitido retirar dinheiro do erário público Angolano através de paraísos fiscais.
A empresária é arguida num processo-crime que está a correr em Angola por alegada má gestão e desvio de fundos durante a passagem pela petrolífera estatal Sonangol. Além do arresto de contas bancárias e participações sociais em Angola, foram também arrestadas participações relativas a várias empresas em Portugal.


