Nas últimas horas, chegou ao meu conhecimento, por meio de mão amiga, a circulação de uma grave calúnia envolvendo o meu nome, difundida nas redes sociais por indivíduos claramente associados a setores identificados do paicv.
A acusação, falsa e infundada, pretende associar-me a atos de agressão contra mulher, um ataque vil, sem qualquer base de verdade, com motivações claramente políticas e pessoais.
A tentativa de atingir a minha honra surge, não por acaso, num momento em que o jornal OPAÍS.cv, de que sou administrador, tem consolidado o seu papel como um dos mais influentes veículos de comunicação social em Cabo Verde.
Se, como alguns afirmam, se trata de um “jornaleco”, por que razão tanto incômodo, tanta mobilização para tentar desacreditar os seus profissionais?
Não é a primeira vez, e certamente não será a última, que me deparo com este tipo de estratégia baixa, vindo dos lados do paicv. Lamento profundamente esta prática de escolha do caminho da mentira, da calúnia e da tentativa de assassinato de caráter.
Importa sublinhar que quem acusa, deve estar preparado para provar as suas acusações.
A cobardia de se esconder atrás de perfis falsos ou páginas anónimas não apaga a responsabilidade de quem escreve ou dissemina calúnias.
Aquela escrita tem autor (autora), tem motivação e, para quem acompanha com atenção o cenário político e mediático em Cabo Verde, não é difícil identificar de onde parte.
A utilização da calúnia como arma de arremesso revela, sobretudo, desespero e ausência de argumentos. Quando não se consegue contrariar com verdade, tenta-se destruir a reputação. Mas contra a verdade dos fatos, nenhuma mentira prospera por muito tempo.
Continuarei, com a mesma determinação e serenidade para o desespero de muitos.


