Vivemos numa democracia fortemente monitorizada e fiscalizada pelos tradicionais instrumentos de controlo parlamentar, judicial, instâncias independentes de regulação e as redes sociais. “As tecnologias da comunicação e da informação possibilitam uma vigilância democrática que era impensável noutras épocas de assimetria informativa” (Innerarity, 2016,284).
A governação e os governantes foram sistematicamente escrutinados pelas instituições próprias como no espaço público reconfigurado pelas redes sociais de 2021 a 2026.
Graças a evolução que Cabo Verde tem vindo a registar não existe uma assimetria informativa entre os cidadãos que interagem no espaço público de forma informada e responsável, é que as diferentes fontes estão ao alcance de cada um.
Observando o que se passou na governação do MpD de 2021 a 2026 identifico três prioridades fundamentais, diria existenciais, que permitiram recolocar o país nos trilhos no após COVID-19:
1. Proteger as pessoas
2. Preservar o tecido econômico
3. Garantir a estabilidade macroeconômica.
Resultado inegável e sentido por todos nós: conseguimos atravessar o período crítico sem ruptura social ou institucional, preparando em paralelo as bases da retoma.
É lugar-comum diluir os sucessos com a célebre frase: o êxito é do povo, como se estivéssemos numa democracia direta, sem representantes e sem governantes!
Mas, na hora do balanço não há como não afirmar que o primeiro responsável pelo sucesso é quem recebeu do povo a delegação ou o mandato para governar e resolver problemas.
O governo do MpD, liderado por Ulisses foi capaz, corajoso, determinado e dotado de uma clara visão, num momento tão crítico do país, executando com sucesso as três prioridades acima referidas:
1. Proteger as pessoas
2. Preservar o tecido econômico
3. Garantir a estabilidade macroeconômica, sem convulsões sociais, sem limitar as liberdades individuais, sem comprometer o normal funcionamento das instituições, sem limitar a liberdade sindicar, sem controlar os órgãos públicos e provados de comunicação social e a liberdade de expressão!
Por isso a nossa democracia não precisa ser regenerada, mas sim melhorada e fortalecida.
Cabo Verde pa Frente!


