Garantia foi dada pelo Primeiro-Ministro, que explicou que o processo já estava em andamento e que o arranque da obra foi “uma mera coincidência” face aos acontecimentos recentes
Ulisses Correia e Silva, explicou hoje que o montante destinado ao Monumento da Liberdade e Democracia, orçado em 150 mil contos, já estava previamente alocado e adiar a sua construção implicaria o pagamento de indemnizações à empresa vencedora do concurso público realizado em 2024.
Questionado sobre a pertinência da obra, face aos estragos causados pela tempestade Erin em várias ilhas, sobretudo em São Vicente, o Chefe do Governo afirmou que o processo já estava em curso e que o início da construção “foi mera coincidência” com os acontecimentos recentes.
Ulisses Correia e Silva ressaltou que em 30 anos de independência, somente o Governo do seu partido, Movimento para a Democracia, veio construir um monumento em homenagem ao herói nacional Amílcar Cabral.
A obra, que está a ser construída na Rotunda de Achada Grande Frente, na Cidade da Praia, deverá ser inaugurada a 13 de Janeiro de 2026, nas comemorações dos 35 anos da democracia em Cabo Verde.


