Esta “importante plataforma” reúne, conjuntamente, todos os Ministros de Finanças do Continente Africano, Governadores dos Bancos Centrais, o Board do Banco Mundial e do FMI, reúne-se entre quinta-feira e sábado, em Santa Maria
O Vice-Primeiro-Ministro e Ministro das Finanças e do Fomento Empresarial, Olavo Correia reconhece ser um “enorme privilégio” o nosso País acolher este encontro do African Caucus, que inicia na quinta-feira, 6, em Santa Maria.
O evento, assinala o governante “representa uma oportunidade cimeira” de promoção de Cabo Verde.
Na Ilha do Sal vão reunir-se representantes de todos os países Africanos, convidados internacionais, nomeadamente, dos EUA e do Reino Unido, além de Ministros das Finanças, Governadores dos bancos centrais, num total de “323 inscritos”, provenientes de cerca de 66 nacionalidades diferentes.
A reunião de Santa Maria antecede a Assembleia Anual do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, entretanto, marcada para entre 6 a 15 de outubro, em Marraquexe, Marrocos.
“As conclusões do African Caucos na Ilha do Sal serão levadas para essa Assembleia Anual”, indicou o VPM, admitindo que o objetivo “é construir uma voz comum” sobre o Continente, “focalizado no enfrentamento” dos desafios de desenvolvimento com os quais os nossos países estão hoje confrontados.
Uma atuação que se quer focada, sobretudo, em três pilares fundamentais, nomeadamente, combate à pobreza e à pobreza extrema; combate às desigualdades sociais, de género e regionais; e a criação de empregos, empregos qualificados, bem remunerados para os jovens e para as mulheres Africanos.
No Sal, todos os participantes irão discutir essa abordagem, sobretudo, muito focado naquilo que são os desafios do futuro: a transição energética; edificação de uma economia de baixo carbono e circular; a transição digital.
“Na mesma linha, a necessidade de diversificarmos a economia Africana com uma maior e mais integração regional, para que seja mais resiliente e capaz de produzir mais para o consumo interno e deixarmos de ser um continente importado”, indicou Olavo Correia.


