AJOC reforça compromisso com liberdade de Imprensa no Dia Nacional do Jornalista

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Data, celebrado a 5 de janeiro, marca o nascimento de Luís Loff de Vasconcelos, em 1861

Numa mensagem alusiva à data, a Associação Sindical dos Jornalistas de Cabo Verde, AJOC, reafirmou o seu compromisso inabalável com a defesa da liberdade de Imprensa e o apoio aos profissionais da Comunicação Social em sua nobre missão.

“Embora seja verdade que Cabo Verde desfrute de um ambiente mais propício para o exercício do Jornalismo em comparação com alguns países, especialmente em nossa região Africana, continuamos a alertar para diversos fatores que podem comprometer a prática exemplar dessa profissão em nossa amada terra”, realça.

A AJOC expressou preocupação com os frequentes ataques direcionados aos Jornalistas, principalmente nas redes sociais, deixando um apelo aos Jornalistas para “não se intimidaram” diante das ameaças.

“Em relação a esses ataques (…), a AJOC faz um apelo aos Jornalistas para que não se intimidem diante dessas práticas, e que continuem desempenhando seu papel com responsabilidade, contribuindo para uma informação de qualidade em prol da democracia, liberdade de Imprensa e bem-estar da Sociedade”, salienta.

Neste contexto, a AJOC instigou os Jornalistas a fortalecerem a coesão, seriedade e união de classe, destacando a importância da solidariedade para defender os interesses comuns da profissão.

O Dia dia Nacional do Jornalista, é celebrado anualmente em 5 de janeiro, marca o nascimento de Luís Loff de Vasconcelos, em 1861, um renomado Jornalista Cabo-verdiano e fundador de várias publicações periódicas, como a Revista de Cabo Verde, dedicadas a assuntos de “interesse geral para o Arquipélago”.



3 COMENTÁRIOS

  1. AJOC é a continuação do Comité de Propaganda do paicv. O bom é que ela é muito sincera e assume-se com filiada do paicv.

    • Um tanto plenamente de acordo porque só pelo que esta associação já proferiu nesta notícia diz claramente que não têm que importar com as críticas e instiga a que os jornalistas têm que continuar na mesma senda, uma filosofia que é característica dos princípios orientadores plasmados na filosofia partidariamente paicevista.

      A AJOC tem que entender e exortar aos seus associados jornalistas que lá onde existem críticas é porque algumas razões ou motivos estão subjacentes e que devem dirigir para lá para indagarem jornalisticamente das razões e dos, que não sendo, estarão a dar cada vez mais motivos para as críticas.

      Todos sabemos que temos deficiências em termos de desempenho jornalistico neste país, com os seus profissionais a dedicarem mais na promoção dos políticos das suas conviniencias do que exercer os deveres em dedicarem aos princípios absolutos de fazer um jornalismo com cabeça, tronco e membros.

      Se o AJOC não entender isso, que também não nos estrouve de criticar porque as críticas até devem estar a contribuir para as informações e esclarecimentos cidadãos do que aquilo que muitos dos nossos jornalistas estão a fazer, dizendo até para verem na questão do uso da gramática portuguesa que muitas vezes nos deixam sem entender bem o que é que se quer dizer com o uso de certas expressões.

  2. Seu comentário aguarda aprovação
    Um tanto plenamente de acordo porque só pelo facto do que esta associação já proferiu nesta notícia, diz claramente que não têm que importar com as críticas e instiga a que os jornalistas têm que continuar na mesma senda, uma filosofia que é característica dos princípios orientadores plasmados na filosofia partidariamente paicevista.

    A AJOC tem que entender e exortar aos seus associados jornalistas, que lá onde existem críticas é porque algumas razões ou motivos estão subjacentes e que devem dirigir para lá para indagarem jornalisticamente das razões e dos porquês, que não sendo, estarão a dar cada vez mais motivos para as críticas.

    Todos sabemos que temos deficiências em termos de desempenho jornalistico neste país, com os seus profissionais a dedicarem mais na promoção dos políticos das suas conviniencias do que exercer os deveres em dedicarem aos princípios absolutos de fazer um jornalismo com cabeça, tronco e membros.

    Se o AJOC não entender isso, que também não nos estrouve de criticar, porque as críticas até devem estar a contribuir mais para as informações e esclarecimentos cidadãos do que aquilo que muitos dos nossos jornalistas estão a fazer, dizendo até para verem na questão do uso da gramática portuguesa, que muitas vezes nos deixam sem entender bem o que é que se quer dizer com o uso de certas expressões.

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