Líder do Chega assume que a sua candidatura é “anti-emigração”
Portugal deve eleger, em 2026, um novo Presidente da República, em sucessão a Marcelo Rebelo de Sousa que por imposição legal já não pode recandidatar-se.
Vários nomes têm sido aventados como putativos candidatos. O mais recente é do líder do Chega.
André Ventura que deverá oficializar a sua decisão em fevereiro, assume que a sua candidatura será “anti-emigração”, e deixa claro que a sua candidatura visa “evitar que alguns tenham o nosso apoio desdenhando o nosso Partido ou deixando transparecer que não gostam da marca Chega”.
Numa carta enviada aos Deputados do seu Partido, noticiada por vários mídias Portugueses, Ventura assume que o Chega não está à venda, e que nem aceita “ceder” os votos e o apoio “para ninguém que não queira, não mereça ou rejeite o nosso apoio”.
A se confirmar esta candidatura, será a segunda vez que Ventura aventura-se numa corrida presidencial. Em 2021, na reeleição de MRS ele ficou em terceiro lugar.


