Assinala-se, hoje, 34 anos de um marco que transformou “profundamente” Cabo Verde

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Sublinhado do Primeiro-Ministro, por ocasião do Dia Nacional da Liberdade e Democracia

Passam, exatamente, 34 anos desde que os Cabo-verdianos puderam exercer, livre e democraticamente, a escolha dos seus governantes. Corria o 13 de janeiro de 1991, marcando o fim de 15 anos do partido único de triste memória, que nestas Ilhas o povo foi pela primeira vez às urnas para eleger os novos governantes. Fizeram-no consciente dos desafios que então se colocava à Nação.

O 13 de Janeiro, enfatiza o Chefe do Governo, é um marco que transformou “profundamente” o nosso País, pelo que Ulisses Correia e Silva entende ser justo homenagear “a coragem de todas e de todos que acreditaram numa Nação livre, plural e comprometida com o bem comum, abrindo caminho à consolidação de valores democráticos e ao respeito pelos direitos humanos”.

Numa mensagem por ocasião do Dia da Liberdade e Democracia, UCS assume que é com “orgulho” que se constata que Cabo Verde é reconhecido internacionalmente pela “maturidade” das suas instituições e pela “firme adesão” aos princípios do Estado de Direito, um reconhecimento que segundo ele “reforça a nossa determinação em prosseguir” com reformas que fortaleçam a justiça social, a igualdade de oportunidades e a coesão nacional, permitindo a cada Cabo-verdiano “alcançar o seu potencial”.

“Num contexto global em permanente transformação, a defesa intransigente dos valores democráticos continua a ser essencial”, sustenta o Primeiro-Ministro, observando que as conquistas nacionais “não nos podem acomodar”, mas “desafiam-nos a manter a via do diálogo construtivo, da inovação e do reforço das parcerias internacionais que contribuam para o desenvolvimento sustentável” do Arquipélago.

“Neste dia de celebração da Liberdade e da Democracia, renovemos o compromisso com os nossos ideais e trabalhemos, unidos, pela prosperidade e pelo desenvolvimento de Cabo Verde, honrando os que fizeram da democracia um pilar fundamental da nossa identidade nacional”, lê-se na sua mensagem.

O 13 de Janeiro é feriado nacional, com honras de celebração no Parlamento nacional, com uma sessão em que os sujeitos parlamentares irão dissecar sobre a data.