Antigo Primeiro-Ministro Bissau-guineense fixou até dia 27 de março para o Presidente Umaro Sissoco Embaló deixar a presidência. Baciro Djá fala em ocupação de forma ilegal e violenta
Líder do Partido FREPANSA, na Guiné-Bissau, deu um prazo a Umaro Sissoco Embaló para este deixar a presidência da República, sustentando que ele está a ocupar o cargo de forma ilegal.
A data de 27 de março é o prazo limite fixado, e se ele “não o fizer”, diz Baciro Djá, “vou lá, eu, pessoalmente tirá-lo”.
A FREPANSA, Frente Patriótica de Salvação Nacional, que está a celebrar dois anos de fundação, admite que o PR eleito deve sentar-se à mesa das negociações com a classe política do País para “dialogar e buscar compromissos”.
As críticas do antigo PM são também direcionadas às Forças Armadas, acusadas de permitir um assalto ao poder “de forma anárquica e violenta”, numa ação que disse Baciro Djá envergonha a Guiné-Bissau.


