Bomba! PAICV ordena insultos, ameaças e fake news contra adversários

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O País.cv teve acesso a um documento interno do PAICV que revela uma operação digital altamente questionável, baseada na desinformação, ataques pessoais e manipulação do debate nas redes sociais. O plano traça uma verdadeira estratégia de guerra suja nas redes, com vista às eleições de 2026, expondo métodos que violam princípios básicos da ética política e democrática.

5 COMENTÁRIOS

  1. Mas qual é a novidade?? O PAIGC/ CV sempre agiu desta forma, agora com o Francisco o nível baixou considerávelnente.Neste momento temos no parlamento vários deputados dispostos a aceitar e fazer tudo para aparecer e mostrar trabalho, temos o catastrófico Demis Lobo, o garimpeiro João do Carmo, a fã da janira,Carla Lima, mas há mais.Nas redes sociais temos uns reformados frustrados, com desiquilíbrio mental, uns ignorantes, invejosos, umas mulheres desesperadas que insistentemente tentam desacreditar o governo. Há tb os socialistas caviar que tb atacam com análises, filosofias, poesias ,anedotas etc .Sem falar dos jornalistas militantes que há muito tempo vêm fazendo o trabalhinho sujo pensando que são mais espertos que os outros. Só agora é que deram conta?? Não vêm como atacam o Abrão Vicente?? Não suportam o autoestima, a resiliência e a insistência do AV em atingir os seus objetivos. Já viram que o Francisco agora está a se vestir como as elites????

  2. Antes de aparecer este documento satânico, o PAICV já vinha pondo em prática os coteúdos, seguindo a sentença de Goebbels: “UMA MENTURA CONTADA MIL VEZES…”,
    Prevejo que o PAICV vai negar, com todos os dentes que têm na boca, a veracidade do documento, acusando o MPD de inventar factos.
    Estejamos atentos e veremos que é isso que vai acontecer.
    Pergunto: Qual vai ser a estratégia do MPD para combater todo esse lixo tóxico? Ignorar? Não sejamos ingénuos!

  3. Quando a Mentira Se Organiza: A Deriva Totalitária Disfarçada de Estratégia Digital

    Na era da informação, a política já não se faz apenas nas urnas. Faz-se nos algoritmos, nas redes sociais, nos comentários plantados, nos memes tóxicos e na manipulação disfarçada de mobilização. A ser autêntico o documento interno atribuído ao PAICV intitulado “Mobilização Estratégica Digital – Rumo a 2026 com Propostas e Propósito”, estamos perante uma das mais graves afrontas à democracia cabo-verdiana desde o advento do multipartidarismo.
    Este suposto guião — que circula por vias digitais — não é uma simples agenda de campanha. É um manual de guerra ideológica travestido de comunicação política. É uma tentativa de institucionalização da mentira como método, da agressão como norma e do descrédito como política pública. E é, sobretudo, um sintoma de desespero estratégico de uma esquerda que perdeu o rumo, perdeu a substância e tenta agora vencer pela força do barulho o que não consegue alcançar pela força das ideias.
    O texto em causa ordena, sem ambiguidades, que se descredibilize sistematicamente o Governo, os seus membros e qualquer iniciativa com impacto positivo. Fala-se em “ofuscar” obras, em “atacar” com “comentários depreciativos”, em “insistir” no descrédito, em “utilizar ofensas, ameaças e suspeições”. Não se trata de retórica. Trata-se de incitação deliberada à sabotagem do espaço público digital, à erosão da confiança institucional e à destruição pessoal de adversários políticos.
    As palavras são graves: “soldado digital”, “ataque implacável”, “comentários até pararem de participar nos debates”. Isto não é ativismo. É uma campanha de assédio sistemático. Um enredo orwelliano, onde os factos são irrelevantes e a verdade é apenas um obstáculo a ser neutralizado. O objetivo declarado é criar um ambiente de medo e desmoralização nos apoiantes do adversário, usando as redes sociais como campo de batalha emocional.
    Ora, isto não é apenas eticamente reprovável. É, potencialmente, criminalmente relevante. A liberdade de expressão tem limites quando colide com a honra, a integridade moral, a paz social e a própria funcionalidade da democracia. A Constituição da República é clara: o pluralismo, a liberdade e o respeito mútuo são pilares estruturantes do nosso Estado de Direito.
    Esta manobra, repito, a ser verdadeira, insere-se numa tendência global preocupante. Sempre que a esquerda radical entra em declínio eleitoral e perde tração ideológica, ela recorre ao velho expediente: desinformar, polarizar, intimidar. É um padrão. Viu-se no Brasil com os chamados “gabinetes do ódio”. Viu-se na Argentina com a manipulação da pobreza como arma eleitoral. Viu-se na Espanha com campanhas digitais orquestradas a partir de estruturas partidárias. A táctica é internacional. O efeito é devastador.
    A esquerda que outrora reivindicava para si a superioridade moral, esvaziada de causas e de coerência, tornou-se prisioneira de estratégias de ressentimento, transformando o espaço público num campo de batalha tribal, onde o diálogo é substituído por slogans e a análise por insultos.
    É preciso dizer, com todas as letras: isto não é uma campanha política — é sabotagem deliberada do processo democrático. Não se trata de promover ideias. Trata-se de destruir reputações. Não se trata de ganhar eleições. Trata-se de impedir que o outro sequer possa comunicar com dignidade.
    Pior ainda: a própria juventude é instrumentalizada como carne para o canhão digital. Fala-se em “humanizar a comunicação” e contar histórias de estudantes e famílias… para disfarçar a guerra subterrânea que se trava com perfis falsos, ataques coordenados e linguagem desumanizante.
    A incoerência é gritante: propõe-se “acesso universal à saúde” e “propinas gratuitas”, enquanto se semeia ódio digital, mentiras políticas e desprezo institucional. O discurso da inclusão é apenas a máscara de um projeto intolerante que, se vencer, governará com a mesma arrogância com que hoje insulta os adversários.
    O que está em causa não é apenas uma eleição. É o próprio modelo de sociedade que queremos preservar. Uma democracia digna do nome exige mais do que urnas: exige verdade, ética, confronto leal de ideias, respeito pelo contraditório e compromisso com o bem comum.
    Se este documento for autêntico, exige-se uma reação célere e firme das instituições. O Ministério Público e a Comissão Nacional de Eleições devem abrir, se for o caso, inquéritos e diligências para apurar a veracidade dos factos, identificar os responsáveis e proteger o processo democrático de contaminações tóxicas.
    A comunicação social, por sua vez, tem o dever de não se tornar cúmplice por omissão. O jornalismo livre é hoje, mais do que nunca, uma trincheira de resistência cívica. E os cidadãos, os verdadeiros protagonistas da democracia, têm de manter-se vigilantes, esclarecidos e ativos.
    A democracia morre quando o debate político se torna campo de batalha pessoal. Quando o adversário passa a ser visto como inimigo. Quando a verdade deixa de importar. Quando se vence não pela razão, mas pela repetição do ódio.
    É este o modelo de sociedade que queremos legar aos nossos filhos? Uma onde a política é feita por “soldados digitais” e as ideias se matam com memes ofensivos?
    É tempo de reagir com firmeza, com coragem. E com um compromisso inegociável com a verdade. A democracia cabo-verdiana vale mais do que isso e o povo de Cabo Verde merece mais.

  4. Uma questão que não pode calar: se, de facto, certos jornalistas da TCV e da RCV são tão isentos e independentes como afirmam, gostaria de ver se têm coragem de noticiar estes temas e convidar analistas para os debater publicamente. São tão competentes que até conseguem aceder a documentos sob segredo de justiça. impressionante!
    E quanto ao alegado caso da compra de terrenos pelo marido da Maria? Ninguém ouviu falar? Ninguém quer saber se é verdade ou apenas difamação? Porque será? Medo de represálias, como aquele famoso “puxão de orelhas” no dia do Congresso? ohhh Jornalistas tenham ao menos vergonha!!!!

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