Hoje, 13 de Janeiro, Cabo Verde escreve mais uma página marcante da sua história democrática com a inauguração do Monumento da Democracia e Liberdade, que assinala os 35 anos das primeiras eleições multipartidárias
Construído na rotunda de Achada Grande Frente, que também dá acesso ao aeroporto Amílcar Cabral, na Cidade da Praia, o Monumento assinala mais de três décadas de um percurso político pautado pela liberdade, pelo pluralismo e pela participação cívica, pilares que consolidaram o País como uma referência democrática em África e no mundo.
O Monumento surge como símbolo vivo da coragem coletiva de um povo que, em 1991, escolheu o caminho da alternância democrática através do voto livre e soberano. Desde então, Cabo Verde tem afirmado, de forma consistente, a maturidade das suas instituições, a estabilidade política e o respeito pelo Estado de Direito, alicerçando o desenvolvimento nacional na legitimidade popular.
Localizado na Capital do País, o Monumento não é apenas uma homenagem ao passado; é também um compromisso com o futuro e representa a memória dos que lutaram pela abertura democrática e convoca as novas gerações a protegerem e aprofundarem as conquistas alcançadas. Na sua presença, reafirma-se a convicção de que a democracia é um processo contínuo, que se fortalece com participação, diálogo e responsabilidade.
A cerimónia de inauguração reúne figuras institucionais, representantes da Sociedade civil e cidadãos, num momento de celebração e reflexão sobre o caminho percorrido e os desafios que se avizinham. Num mundo marcado por incertezas, Cabo Verde reafirma, neste 13 de Janeiro, a sua opção firme pela democracia, pela paz e pela liberdade.
Antes da inauguração, o Parlamento reúne-se em sessão solene e evocativa da data, num momento marcado pelas intervenções de representantes de todos os Partidos com assento parlamentar, bem como comunicações dos Presidente da Assembleia Nacional e do Chefe de Estado.


