Cabo Verde e Itália reforçam diálogo político e diplomático

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Este reforço de relações tem impacto na própria União Europeia, com UCS a destacar que a Itália é um País importante e que apoia a Parceira Especial de Cabo Verde com a UE

O Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, que ontem manteve um encontro de trabalho com o seu homólogo Italiano, Giuseppe Conte, no quadro da sua visita oficial a Itália, admite que as relações entre os dois Estados saem reforçadas, não só ao nível da cooperação mas também do reforço do diálogo político e diplomático. UCS admite que este reforço de relações tem impacto na própria União Europeia, tendo destacado que a Itália é um País importante e que apoia a Parceira Especial de Cabo Verde com a UE.

Na receção pelo PM de Itália, UCS pode transmitir a Conte o reconhecimento do Arquipélago pelo suporte e pela boa integração da nossa Comunidade, por sinal uma das mais antigas e bem avaliadas pelos governantes Italianos, particularmente pelo Primeiro-Ministro.

O reforço da cooperação empresarial, para investimentos, comércio e atração de Investimento Direto Estrangeiro para Cabo Verde foi outro tema na pauta da reunião entre UCS e Giuseppe Conte, tendo o PM Cabo-verdiano destacado a importância do que chama “um novo ciclo” de cooperação neste setor, lembrando que o turismo começou em Cabo Verde praticamente com investimentos Italianos, na ilha do Sal.

A agenda do dia de ontem contemplou uma visita à FAO, tendo UCS se reunido com o Diretor Geral daquela Organização das Nações Unidas que cuida do setor da Agricultura e Alimentação. Foi um diálogo “importante” durante o qual o Chefe do Governo pode agradecer as “boas parcerias” que existem entre a FAO e o nosso País.

“A FAO é um grande parceiro” de Cabo Verde, lembrou UCS, que destaca, sobretudo, as parcerias no domínio da segurança alimentar e projetos relacionados com o ambiente, com “apoios essenciais e que tornam o País cada vez mais resiliente”.

“As colaborações são muito fortes também a nível da assistência técnica e consultoria, e a nível de financiamento de projetos expressivos, aumentando, desta forma, a nossa capacidade de fazer face a choques externos, mudanças climáticas e sermos, efetivamente, mais resilientes”, acrescentou o PM.