Esta é a conclusão do relatório do projeto de Enact, financiado pela UE, divulgado esta terça-feira, 24, que coloca Guiné Equatorial como um dos mais vulneráveis
Cabo Verde é o País Africano mais bem preparado para enfrentar o crime organizado, refere o relatório. De acordo com a primeira edição do “Índice de Crime Organizado do Enact – Melhorar a Resposta de África ao Crime Organizado Transnacional”, com dados relativos a 2018, Cabo Verde obteve uma média de 6,54 pontos no indicador de resiliência, que calcula, através de vários parâmetros, a capacidade de resposta ao crime organizado.
Para se chegar a este valor, refere o relatório divulgado em Nova Iorque, são classificados 12 parâmetros: liderança política e governação, transparência governamental e responsabilização, cooperação internacional, políticas e leis nacionais, sistema judicial e detenção, execução da lei, integridade territorial, sistemas anti lavagem de dinheiro, ambiente de regulação económica, apoio a vítimas e testemunhas, prevenção, e agentes não estatais.
Calculando a média dos valores alcançados nestes parâmetros, Cabo Verde atingiu os 6,54 pontos, numa escala entre um e dez, liderando o continente neste aspeto.
Com Agência Lusa


