Anúncio foi feito pelo Vice-Primeiro-Ministro. Mandato é de 2 anos
Cabo Verde passa a presidir o Fórum dos Pequenos Estados Insulares, após eleição ocorrida em Marraquexe, no âmbito dos Encontros Anuais do FMI.
O anúncio foi feito pelo Vice-Primeiro-Ministro que representou o País nos Encontros, tendo apontado como prioridade da liderança de Cabo Verde, nos próximos 2 anos, a defesa de mais financiamento confeccional.
Olavo Correia observa que os Pequenos Estados Insulares têm particularidades que devem ser levadas em conta, principalmente no que diz respeito ao acesso ao financiamento concessional.
O também Ministro das Finanças e do Fomento Empresarial considera ser “um privilégio” o nosso País presidir este Fórum, e admitiu que o cargo “dá espaço” para aumentar a notoriedade enquanto País, “defender” questões conjuntas como o acesso a financiamento concessional, advogando porque os Pequenos Estados Insulares “são os mais impactados, os que mais tarde vão sair da recessão, os mais vulneráveis às alterações climáticas e não são contribuidores líquidos, mas acabam a pagar a fatura das alterações”.
Cabo Verde lidera um grupo de mais de 50 Pequenos Estados em Desenvolvimento, “uma oportunidade para ter uma única voz no FMI, no Banco Mundial, nas Nações Unidas, e em todos os palcos globais”, vincou o Vice PM, que fala em “responsabilidade acrescida” o cargo, mas é também uma “oportunidade para a promoção” de Cabo Verde como Pequeno Estado Insular. “Iremos desenhar uma agenda, com metas, objetivos e ações para garantir resultados a partir deste Fórum e que seja ainda mais útil daqui para a frente”, enfatizou .



Trata-se de mais uma grande projeção do no nosso pequeno país e Estado Insular, que está a ser reconhecido por todas as instituições de desenvolvimento do mundo (ONU, BM e FMI), no quesito da Boa Governação. Se a oposição não celebrar e ficar de bico calado, é porque se trata de mais uma grande e notória vitória do nosso país. Mas, a não celebração de qualquer Cabo-Verdiano das nossas vitórias no mundo, significa o não patriotismo ou o medo desses prémios reverter-se-á contra as nossas pretensões políticas.
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