Essa agressividade que tomou conta do Estado e das suas instituições – em especial dos órgãos de comunicação social, com destaque para a TCV – tem uma explicação simples: as sondagens não trouxeram boas notícias para o Francisco Carvalho.
Disse há dias que Francisco Carvalho está a cair – e caiu mais de 11 pontos! E mais: entre várias causas dessa queda está a agressividade do discurso, promessas exageradas e não críveis e falta de preparo para desempenhar o cargo de primeiro-ministro!
É exactamente isso que explica a agressividade do Francisco e do José Maria Neves. Sobretudo os últimos ataques do JMN ao governo do Ulisses Correia e Silva.
Nós temos acompanhado as oscilações de cada um dos autores políticos com rigor e muita seriedade. E, por isso mesmo, este é o momento certo para descolarmos ainda mais. É hora de acelerar com o pé direito no acelerador, unidos em defesa da nossa democracia e das conquistas que alcançámos. Ir falar com o eleitorado cara a cara nas suas localidades. Precisamos de desmontar ainda mais as máscaras de ferro do Francisco Carvalho.
O contacto directo com as populações não é um trabalho simples, mas é o único que transmite afecto, proximidade e explicação directa.
Não podemos deixar cair a democracia.
Conquistamos muito progresso desde a independência. Não permitiremos recuos ao passado. Estamos melhores hoje porque os governos do MpD e do Paicv, cada um do seu jeito, fizeram crescer e desenvolver Cabo Verde.
O populismo é contra Cabo Verde, é vigorosamente contra o Paicv e frontalmente contra o MPD!
Essa é que é a verdade! A verdade objectiva!
Os reflexos desse crescimento estão por todo o lado:
Nos Tubarões Azuis a brilhar no futebol mundial;
No futebol feminino no CAN;
No basquetebol e no andebol nos campeonatos mundiais;
Em Cabo Verde a presidir a Sessão Anual do Banco Mundial e do FMI;
Na eleição de cabo-verdianos no estrangeiro;
Nos recordes internacionais do nosso país;
No crescimento económico médio de 9%, que permitiu resolver, de forma histórica, os problemas dos professores, médicos, enfermeiros, polícias e funcionários públicos;
Na eliminação de 4.800 trabalhos precários da administração pública;
Na redução da pobreza que segundo o Banco Mundial situa-se em 13,3% em 2025 e a taxa de pobreza absoluta caiu 2,28%;
E na redução da taxa de desemprego para 7,5%, o valor mais baixo da história;
Na diminuição significativa da dívida pública, que ronda agora 110 ou 112% do PIB;
No combate assegurado dos efeitos da inflação mundial em Cabo Verde;
No sucesso assegurado e permanente aos inesperados danos causados pela tempestade Erin de 11 de Agosto de 2025;
No investimento forte na juventude, com 500 mil contos na formação profissional de mais de 3.500 jovens;
E no recorde inédito de 1,2 milhões de turistas que visitaram o nosso país!
No avanço considerado e prestigiado da nossa democracia e coesão social;
Na implantação de uma política de inclusão social que é apreciada e elogiada por todas as instituições internacionais e regionais e com resultados concretos. O avanço de Cabo Verde é carimbado por todas as instâncias e instituições internacionais e, para o desespero da minoria, ele é vivido pelos caboverdeanos no dia a dia.
E é este país – com todos esses resultados – que o PAICV quer fazer o mundo acreditar que está em caos?
Digam-me: que país do mundo não gostaria de ter um “caos” assim?
Isto não é caos – é cegueira pelo poder!
O povo já disse e cantou de boca cheia:
Cabo Verde avançou muito e o ano 2025 é o ano de Cabo Verde!
O povo já disse e repete:
Cabo Verde está na moda!
Cabo Verde está na boca do mundo!
Cabo Verde sta sabi pa tudo cau ki nu anda!


