Cabo Verde tem registado progressos consideráveis na saúde

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Observação é do Ministro da Saúde durante a cerimónia de encerramento do 1.º Congresso Internacional da União das Sociedades de Obstetrícia e Ginecologia dos Países de Língua Portuguesa

USOG-PLP decorreu na Cidade Praia de 13 a 15 de fevereiro.

Segundo Jorge Figueiredo, o facto é que, Cabo Verde, com a sua peculiaridade insular e desafiadora, tem vindo a registar progressos consideráveis na saúde, graças às intervenções do setor e envolvimento de seus colaboradores, numa perspetiva de descentralização, conduzindo para os indicadores que o país apresenta.

O Ministro da Saúde Apontou a redução da taxa de fecundidade que passou de 7 filhos por mulher em 1988 para 2,3 filhos por em 2021, o aumento da cobertura vacinal, superior a 95% com “impacto notável” na redução de mortes maternas e infantis por doenças evitáveis por vacinas, a melhoria da percentagem de partos assistidos por profissionais qualificados, passando de 88,4% em 2019 para 98,4% em 2022 e a redução da taxa de mortalidade materna.

Não obstante a estes e outros ganhos, o Ministro sublinhou que desafios persistem, inerentes às limitações de um país em desenvolvimento e de parcos recursos e às mudanças constantes no perfil epidemiológico e demográfico do país.

“Um cenário que exige cada vez mais, mais investimentos, inovações tecnológicas e estruturais para uma maior eficiência e eficácia das políticas, estratégias e intervenções multissetoriais com vista a redução das disparidades regionais em saúde e mitigação das vulnerabilidades em grupos chave da população, sobretudo das meninas e mulheres”, afirmou.

O 1.º Congresso Internacional da União das Sociedades de Obstetrícia e Ginecologia dos Países de Língua Portuguesa reuniu sociedades científicas de Obstetrícia e Ginecologia dos países de língua Portuguesa, sob o lema “Juntos pela Promoção da Saúde da Mulher”.