Cabo Verde terá “brevemente” um Cônsul Honorário em Dubai

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Anúncio foi feito hoje pelo Primeiro-Ministro, durante o seu discurso no Cabo Verde Investment Forum, que decorreu em Dubai. UCS precisou ainda que o Governo está a trabalhar no sentido de se ter uma Embaixada de Cabo Verde num dos países do Médio Oriente

O Primeiro-Ministro anunciou hoje que Cabo Verde terá “brevemente” um Cônsul Honorário em Dubai. Ulisses Correia e Silva falara durante o seu discurso no Cabo Verde Investment Forum realizado hoje, em Dubai, onde segundo ele, apresentou o País “assim como ele é”.

Cabo Verde quer reforçar ainda mais as relações com os Emirados Árabes, por isso precisou o chefe do Governo, o País está a trabalhar no sentido de se ter uma Embaixada de Cabo Verde num dos países do Médio Oriente.

Já existem com os Emirados Árabes Unidos: Relações Diplomáticas desde jullho de 2006, Acordo Aéreo Bilateral, desde setembro de 2015, e estão em curso, Acordo Proteção e Promoção de Investimentos e Acordo para Evitar a Dupla Tributação. Contudo, segundo o Chefe do Executivo, o País tem “todo o interesse” em reforçar o diálogo político e diplomático e lançar as relações económicas e de investimentos com os Emirados Árabes Unidos.

Relativamente ao Fórum de hoje, o PM apresentou Cabo Verde como um País que satisfaz, de uma forma estrutural, requisitos importantes para os investidores, como estabilidade, segurança jurídica e confiança.

“Estamos a apostar forte na melhoria do Doing Business através da transformação digital, assim como temos um bom quadro de incentivos, pelo que desejamos o investimento. É com esta determinação que deslocamos a Dubai”, referiu.

Governo, empresários, instituições públicas e privadas Cabo-verdianos fizeram-se presentes no Fórum para contactos e abertura de portas para atração de turismo e investimentos e “juntos apostarmos no desafio de desenvolver Cabo Verde”.

“Temos em Dubai uma referência inspiradora, que se desenvolveu com base numa visão partilhada de longo prazo, investimento no conhecimento, inovação e tecnologia, cosmopolitismo e capacidade de execução”, precisou Ulisses Correia e Silva.