Cabo Verde tinha “esperança” em visita do Papa, mas “fragilidade” da sua saúde não permitiu

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Primeiro-Ministro manifesta consternação pela morte do Sumo Pontífice, esta manhã

Apesar de nunca ter visitado as duas Dioceses de Cabo Verde, o País mantinha a “esperança” de uma visita do Papa Francisco. No entanto, a “fragilidade” da sua saúde acabou por não o permitir.

Esta manhã, o Primeiro-Ministro expressou profunda consternação pela morte do Sumo Pontífice, sublinhando que o Papa deixa “um legado inabalável de humanidade, coragem e fé”, desejando que os seus exemplos continuem a inspirar o futuro “com mais paz, mais solidariedade e mais liberdade no mundo”.

Para o Chefe do Governo, trata-se de uma “grande perda” para a humanidade e, em particular, para a Igreja Católica.

O PM descreve o Papa Francisco como “um bom homem, um bom pastor, que deixa marcas profundas no seu tempo”.

“Endereçamos as mais sentidas condolências à Igreja e a todos os Católicos Cabo-verdianos”, continua o Chefe do Governo, destacando ainda o papel do Papa na moralização da Igreja, na defesa da transparência, na dignidade dos imigrantes e na luta pela preservação do planeta, face às alterações climáticas. “Um bom homem. Um bom pastor que marcou profundamente o seu tempo”, concluiu.

O Governo decretou dois dias de luto nacional em homenagem ao líder da Igreja Católica.