Isa Gandira admite a falha e crítica a reação do PAICV relativamente a essa questão
Isa Gandira Rodrigues que falava em conferência de Imprensa, esta sexta-feira, em resposta às acusações do PAICV, que havia apontado irregularidades e manipulação no Cadastro Social Único, CSU, reconheceu que existe margem de erro de cerca de 9% na introdução dos dados.
Na ocasião, aquela responsável assegurou que o Ministério da área não tem intervenção direta na introdução dos dados do CSU e garantiu que os elementos são enviados novamente sempre que detetado a duplicação nos registros.
Isa Gandira admite a falha e crítica a reação do PAICV relativamente a essa questão.
“O Ministro reconheceu isso, há margem de erro de cerca de 9,0% e é por isso que se está a trabalhar no plano de atualização. Mas a narrativa do PAICV não é aceitar, mas sim criar uma narrativa de que o ministério está a introduzir e a mexer nos dados”, referiu.
Relativamente ao Concelho que foi registado com um número de pessoas registadas maior que a população residente, a responsável garante que os dados que a Oposição apresentou não correspondem ao ano em curso, mas sim ao ano de 2018, e sendo assim acrescenta que uma boa parte desses registros estão no processo de atualização e só no final deste processo terão a clarificação da dinâmica populacional no referido Concelho.
“O PAICV não pode estar a confundir o registo do CSU com o registo de nascimento, porque o Cadastro Social Único é dinâmico, ou seja, hoje é uma coisa e amanhã pode não ser. Por isso, neste momento, o Governo tem um plano de atualização financiado pelo Banco Mundial o que demonstra a credibilidade do Cadastro”, acrescentou.
Entretanto, em relação aos registos duplicados Isa Gandira diz que “esses registos não são válidos, por isso não servem para a produção de indicadores estatísticos, ou na implementação de políticas sociais e nem para atribuição de benefícios sociais”.
E em relação à contração dos técnicos do CSU, a também Deputada da Nação esclareceu que sempre foi feito em estreita articulação com as Câmaras Municipais, “praticamente, o total das propostas são feitas pelas Câmaras Municipais”.
Relembra-se que o CSU é uma plataforma informática que carateriza a situação socioeconómica das famílias, identifica e mede o grau da vulnerabilidade das pessoas de forma a garantir maior transparência e objetividade na atribuição dos benefícios.



Tiro no é qyando o Governo é levado na curva a tentar desculpar-se do óbvio ou de ideias disparatadas da oposição.
A dica que valeria muito mais seria:
1)Enquanto os cães ladram a caravana passa
2)meio tiston ka ten troku, kkkk
Comentários estão fechados.