MpD realiza comício em Achada Santo António, em frente à Escola Técnica, PAICV promove comício na Várzea, junto ao memorial Amílcar Cabral
A Cidade da Praia acolhe, no próximo dia 30 de abril, a abertura oficial da campanha eleitoral para as legislativas de 17 de maio, com ações políticas promovidas pelo MpD e pelo PAICV, que incluem comícios e intervenções dos respetivos líderes.
De acordo com as informações disponíveis, os dois principais Partidos políticos Cabo-verdianos dão início à campanha na Capital do País com eventos marcados para o final da tarde. O MpD realiza um comício na zona de Achada Santo António, em frente à Escola Técnica, com início previsto para as 18 horas.
Por sua vez, o PAICV promove um comício na Várzea, junto ao memorial Amílcar Cabral, agendado para as 17h30.
Durante os referidos comícios, os líderes das duas formações políticas deverão apresentar e passar em revista as suas plataformas eleitorais, destacando as principais propostas para o País. Ambos deverão também dirigir apelos ao eleitorado no sentido de mobilizar o voto a favor dos seus Partidos nas eleições legislativas marcadas para 17 de maio.
Sobre os restantes partidos concorrentes, ainda não dispomos de informação quanto a atividades de início da campanha.



Pois é, a hora da verdade chegou. É fácil estar nas redes sociais para dizer o que quer, sem qualquer responsabilidade, e receber aplausos de fanáticos, narcisistas do poder e parasitas que acreditam que o “Xtico PM” dará tudo de graça. É evidente que o FC não tem capacidade para ser Primeiro-Ministro.A nova narrativa dos “vaidosos do palanque” da capital é que as elites do PAICV rejeitaram o Francisco Carvalho kkkkkkkkk. Pergunto: desde quando um partido rejeitou um candidato com real potencial de vitória? O PAICV, pela sua história em Cabo Verde, deveria sentir vergonha dessa candidatura.O apoio a Francisco resume-se a três grupos: os narcisistas do poder sedentos por vingança, os “caducos do PAICV” que querem herdar privilégios para os seus filhos e os que fogem do trabalho, acreditando na ilusão de que o Estado deve sustentar a sua irresponsabilidade com tudo de borla.
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