Chefe do Governo adverte que não se pode fazer acusações e nem encetar processos de eventual responsabilização, sem uma apreciação objetiva e rigorosa dos factos
Na sequência das informações que têm sido publicadas relativamente às circunstâncias no qual foi evacuado e veio a falecer o adolescente de 14 anos, João Carlos Martins da Cruz, que estava de férias na Brava com a família, o Governo decidiu abrir um inquérito para garantir o total esclarecimento dos factos.
O inquérito vai ser sobre os serviços médicos-hospitalares prestados ao paciente no Centro de Saúde da Brava e no Hospital Regional São Francisco de Assis no Fogo, e os procedimentos adotados na evacuação do doente pela via marítima.
A Chefia do Governo procedeu à constituição de uma equipa que inclui duas médicas do Hospital Agostinha Neto, HAN, sendo elas, a médica Yolana Landim, Gineco Obstetra, que lidera a equipa, a Dr.ª Hélida Djamila Fernandes, médica Pediatra e Dr.ª Cilene Silva, Gestora do Fundo de Segurança Marítima.
Segundo avança o PM, este inquérito que deve ser iniciado de imediato, deve ficar concluído até o último dia de agosto, data limite de entrega do referido relatório.
Todas as despesas relacionadas com a realização deste inquérito, são suportadas pelo orçamento da Chefia do Governo, refere a mesma nota.


