Conselho de Medição e Segurança da CEDEAO recomenda a criação urgente de um governo de transição curto, civil e inclusivo na Guiné-Bissau, com mandato para conduzir reformas profundas e organizar eleições credíveis, ao mesmo tempo que exige a libertação imediata de todos os presos políticos detidos após o golpe de 26 de novembro
A Guiné-Bissau deve instaurar um governo de transição de curta duração, liderado por civis e composto de forma inclusiva, com a missão de conduzir reformas constitucionais, legais e políticas, além de organizar eleições transparentes e credíveis. A recomendação consta do documento aprovado pelo Conselho de Medição e Segurança da CEDEAO, que será submetido à apreciação da Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo no próximo domingo, em Abuja, Nigéria.
A partir da Capital Nigeriana, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, José Luís Livramento, confirmou que o texto da Resolução enfatiza também a necessidade de libertação imediata de todos os presos políticos detidos na sequência do golpe ocorrido a 26 de novembro.
A deliberação surge num momento de elevada tensão política na Guiné-Bissau e reforça a pressão regional para restaurar a ordem constitucional e garantir um processo de transição estável e legítimo. Caso a Cimeira valide a recomendação, a CEDEAO deverá definir os mecanismos de acompanhamento e supervisão da transição, incluindo requisitos de inclusão política, reformas urgentes e compromissos eleitorais.
A organização sub-regional reafirma, assim, a sua posição de tolerância zero perante mudanças anticonstitucionais de poder e procura assegurar que o próximo ciclo político Bissau-guineense ocorra sob regras claras, segurança reforçada e respeito pelos direitos fundamentais.



Olha nós como povo, só queremos, que ajudem na reforma partidária instinguir (PAIGC, Mandem, PRS) ao meu olhar são esses partidos que cria convulsões sociais no país e algumas personalidades políticos que se segue: Domingos Simão Pereira, Jomav, Braima Câmara…
Só fazer isso, chama às eleições em simultâneo verá que o país vai caminhar.
Comentários estão fechados.