Sem a suspensão do mecanismo automático de fixação de preços adotada pelo Governo, os combustíveis teriam registado aumentos muito mais acentuados, com uma média de 42,18%, podendo chegar a 29,91% no gás butano, 24,02% na gasolina, 53,74% no petróleo e ultrapassar os 45% nos diferentes tipos de gasóleo
A Agência Reguladora Multissetorial da Economia anunciou a atualização dos preços máximos dos combustíveis para abril, com um aumento médio de cerca de 5%.
Os novos valores entraram em vigor a partir das 00h00 de hoje e refletem a suspensão temporária do mecanismo automático de fixação de preços, medida adotada pelo Governo para reduzir o impacto da subida dos preços internacionais.
Segundo a ARME, a gasolina passa a custar 139,89 Escudos por litro, o gasóleo normal 117,52 Escudos/litro, o gasóleo para eletricidade 95,04 Escudos/litro e o gasóleo marinha 86,32 Escudos/litro. O petróleo é vendido a 148,66 Escudos/litro, o fuelóleo 380 a 67,92 Escudos/kg e o fuelóleo 180 a 70,99 Escudos/kg.
O gás butano passa a custar, a granel, 144,30 Escudos por quilograma, enquanto as garrafas de 12,5 kg são vendidas a 1.804 Escudos, as de 6 kg a 866 Escudos, as de 3 kg a 411 Escudos e as de 55 kg a 7.937 Escudos.
Sem a suspensão do mecanismo de fixação de preços, os combustíveis registariam aumentos médios de 42,18%, podendo atingir 29,91% no gás butano, 24,02% na gasolina, 53,74% no petróleo e mais de 45% nos diferentes tipos de gasóleo.
A ARME atribui a subida à valorização internacional dos combustíveis.
Entre 1 de Abril e 30 de Junho de 2026, os aumentos máximos ficam limitados a 8% para gasolina, petróleo e gasóleo normal; 5% para gás butano e gasóleo marinha; e 2% para gasóleo eletricidade e fuelóleos.


