CPLP é uma “rede grande” de interconexões

0

Afirmação é do Presidente da organização, no final do seu mandato de 3 anos, prorrogado pela pandemia da Covid-19

O Presidente Cabo-verdiano e em Exercício da CPLP, Jorge Carlos Fonseca, que na próxima semana, em Luanda, termina a sua presidência, afirma que a CPLP, que este ano celebra 25 anos de fundação, é uma “rede grande” de interconexões.

A afirmação de JCF foi feita em entrevista à Agência Lusa, na antevisão da Cimeira de Luanda, dias 16 e 17 de próximos.

“A CPLP hoje em dia é uma rede grande de interconexões”, começou por afirmar, observando que os 9 Estados-membros da CPLP atingem, no momento, cerca de 270 milhões de falantes. “É muita gente” e a organização “está em todos os Continentes”.

Para JCF, a rede de Observadores Associados “também se dissemina por todas as regiões” do globo, e podem ser potencializadas “muitas conexões”, mesmo através das diversas organizações a que cada Estado-membro integra.

Cabo Verde e a Guiné-Bissau juntos na CEDEAO, Angola e Moçambique na SADC, Portugal na União Europeia, mas neste território “estão vários outros países que têm o estatuto de Observadores Associados”, e no Mercosul está o Brasil, observou Fonseca que não descarta que estas relações devem ser “exploradas no bom sentido do termo”.

Na Cimeira da próxima semana, adianta JCF, são de esperar “decisões” sobre pedidos do estatuto de Observador Associado ou de Observadores Consultivos, mas também questões de ordem política.

A agenda da Cimeira ainda não está concluída.