CPLP pede “neutralidade” aos militares e serenidade aos políticos na Guiné-Bissau

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Oganização apelou, igualmente, os políticos “à calma e à serenidade”

A Comunidade de Países de Língua Portuguesa, CPLP, já se pronunciou, sem qualificar, no entanto, o atual momento que se vive na Guiné-Bissau, Estado-membro da Comunidade lusófona, tendo apelado as Forças Armadas à “neutralidade”.

“A CPLP exorta as Forças Armadas republicanas a se absterem de ações que comprometam a sua posição de neutralidade face a diferendos de natureza político-partidária”, refere um comunicado, a que referem as Agências de Notícia de Cabo Verde e Portugal.

É, ao que se sabe, a primeira posição pública da CPLP, desde 27 de fevereiro, que Umaro Sissoco Embaló foi investido como Presidente da República.

A CPLP, segundo as nossas fontes sublinhou a importância da criação de “espaços e ambiente” para que as “instituições civis competentes” encontrem “muito rapidamente as soluções definitivas de Paz e estabilidade políticas”.

A organização diz acompanhar “com atenção e muita preocupação” a situação na Guiné-Bissau, apelou, igualmente, os políticos “à calma e à serenidade” para que se evitem situações que possam levar a mais “instabilidade e violência”.