Crescimento económico é resultado da dinâmica do setor privado – PM

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Chefe do Governo fez esta afirmação na sequência das declarações da líder do PIAICV, Janira Hopffer Almada, de que o crescimento está a gerir efeitos só num grupo de pessoas

O Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, assegurou hoje, quarta-feira, 8, que a afirmação da Presidente do PAICV, traduz-se num argumento “patético” e “sem sentido”, visto que o crescimento económico é resultado da dinâmica do setor privado, que cria empregos, “não para grupos”, mas sim empregos para jovens e aumenta o rendimento das famílias e receitas fiscais para o Estado que permitam investir.

O PM fez estas declarações aos Jornalistas, à margem de uma visita efetuada esta manhã, ao Instituto do Emprego e Formação Profissional, na Capital do País. Questionado sobre a afirmação de JHA, no que tange aos estágios profissionais, o Chefe do Governo assegurou que são os empresários, jovens e aqueles que estão a acreditar na economia, as políticas ativas de emprego que estão a fazer com que os empresários insistam e que criam novos negócios e que os estágios são apenas um instrumento não um fim em próprio que dá aos jovens capacidades de criarem competências no espaço de trabalho para conseguirem ter o emprego.

Quanto à questão da redução do desemprego, de 12 para 10.7%, admitiu o PM que a meta é reduzir cada vez mais e criar mais dinâmica de criação de emprego particularmente centrada nos jovens.

Sobre a questão do aumento do subemprego para 21%, UCS assegurou que este é resultado de mais procura do emprego, admitindo que não é o resultado final pretendido pelo Governo, mas que é preferível estar em situação “transitória” de subemprego, do que estar no desemprego.

Relativamente à qualidade dos empregos e estágios profissionais, o PM disse que quanto mais o País crescer, mais se cria as condições de emprego durável, sustentável e de qualidade que trará maior rendimento.

Com o crescimento económico de 5%, UCS disse que o seu Governo tem estado a trabalhar por aquilo que é importante, “para mais emprego, mais rendimento”.

O PM reafirma a meta é de 7%, o que irá permitir criar maiores condições, redução de pobreza, desigualdades sociais e toda essa dinâmica vai ser muito positiva. Relativamente à questão da atualização salarial, admitiu que é resultado da concertação social, sendo que foi concedido em 2020 através de um acordo e que houve várias medidas de políticas, investimentos, de regularizações que o Governo tomou em 2017 e 2018 que tiveram impacto no aumento da massa salarial da Administração Pública, beneficiando um número alargado de funcionários. “Esta situação deve ser analisada em termos de qual o impacto que tem hoje, relativamente ao aumento do salário médio dos funcionários públicos, dos trabalhadores por contra de outrem, e o aumento da massa salarial na Administração Pública e é aí que se deve avaliar se as políticas estão a ter resultados evidentes” comentou.

1 COMENTÁRIO

  1. Ou Janira é muito louca, ou é mesmo muito burrinha ou as duas coisas juntas muito provavelmente. Com que então, do alto da sua burrice, Janira acha que, ao ser perguntado se está empregado ou não, um jovem quadro, recentemente formado e estagiário irá responder aos inquiridores do INE que está “empregado” no lugar de “estagiário” . Janira é o retrato fiel da perversão que JMN introduziu na cena política nacional, inspirado na mentirinha, no faz de conta.

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