Consideração é do Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, por ocasião da da cerimónia de abertura do curso
Numa mensagem no ato da cerimónia de abertura do curso de Arqueologia Subaquática, realizada ontem, 15, o Ministro da Cultura e Indústrias Criativas, MCIC, Abraão Vicente, considerou que este é mais um instrumento e mais um passo simbólico para que o Instituto do Património Cultural, IPC, realize a sua função, para que o MCIC também dê o seu contributo, mas, sobretudo para reforçar as suas instituições, bem como os técnicos, no sentido de melhorarem a performance nesta área.
Neste sentido, o governante mostrou o “engajamento total” do Executivo, para que o reforço das suas instituições se façam também através desta nossa grande região que é a Macaronésia, “fazendo com que os nossos museus e instituições sejam mais capazes de mostrar provas capazes desta investigação contínua”.
Abraão Vicente aproveitou para agradecer a União Europeia, toda a Comissão da Arqueologia Subaquática, os técnicos nacionais pelo empenho, comprometimento e pela forma como ao longo dos anos “tem acrescentado tijolos na construção desta parte da nossa história que é feita a partir do mar”.
Por seu turno, a Presidente do IPC, Ana Samira Silva Baessa, relembrou que para a valorização e a salvaguarda do património subaquático, receberam um financiamento global de 110 mil Euros para implementar atividades e destas ações, segundo realçou, destacam-se as atividades de sensibilização com as escolas, com as comunidades costeiras, com as entidades ligadas ao mar, mas também ações de formação e capacitação dos técnicos e dos profissionais do IPC, mas também de outras entidades que têm alguma relação com o mar.
O referido curso é destinado aos técnicos do IPC, aos profissionais e estudantes da área de património, e/ou a agentes das autoridades marítimas e portuárias, com o propósito de capacitá-los para os desafios inerentes à salvaguarda desse património.


