Possibilidade é admitida pelo PCA da empresa. Jorge Maurício já avisou que a companhia vai investigar
A Administração da CV Interilhas, empresa que tem a concessão do serviço público marítimo de carga e passageiros, admitiu esta quarta-feira, 24, possibilidade de “sabotagem” nos seus navios, e avisa que vai investigar para apurar.
Em entrevista à Agência Inforpress, e quando o navio D. Tututa voltou a ser alvo de avaria no Sal, vindo de São Nicolau e com destino aos Portos da Boa Vista, Praia e Maio, o PCA da companhia falou em “sequência anormal” de casos, incidentes e avarias na sua frota, algo que “ultrapassa já o limite do razoável”.
“Nós já estamos desconfiados e a equacionar todos os cenários, todas as hipóteses, inclusive a hipótese de sabotagem”, disse Jorge Maurício, admitindo que as sucessivas avarias põem em causa o próprio serviço da CVI.
“Não queremos pensar em conspiração, em teorias de perseguição, mas também não queremos descartar qualquer hipótese, pelo que vamos estar atentos, vamos investigar, e as autoridades competentes também estarão a investigar”, garantiu
À chegada ao Sal, na noite de segunda-feira, 22, o D. Tututa teve um problema elétrico “de causas estranhas”, disse o responsável, admitindo que o Liberdadi tem um problema “crónico” mas a equipa técnica já está a equacionar soluções. Os dois navios podem ficar operacionais entre hoje e amanhã.



O PCA quer inventar desculpas.Sabotagem não se denúncia da TV. Investiga se a fundo e castiga se durante o infractor. Assim faz um bom bgestor.
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