CVT já recuperou seis serviços depois do incêndio que desconectou o País

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Nesse momento, falta recuperar dois serviços,  voz móvel e de SMS. Ainda não há uma previsão certa para a normalidade dos serviços que requerem de “uma atuação muito delicada dos nossos técnicos”

A Cabo Verde Telecom, CVT, já recuperou, até ao momento, seis serviços desde o incêndio de sábado, 11, que consumiu parte dos equipamentos que forneciam comunicação ao País.

Hoje num encontro com a Imprensa, a Administração da CVT comunicou que faltam recuperar apenas dois serviços, o de voz movel e de SMS.

“Desde segunda-feira nós já conseguimos recuperar seis serviços, os dois que estão em falta dependem precisamente de uma situação que requer de uma atuação muito delicada encima dos equipamentos, que requer experiência não só dos nossos técnicos, mas também dos nossos fornecedores”, afirmou Isa Neves, Administradora Executiva da CVT, referindo que ao longo das intervenções que estão a ser feitas, é que estão a aperceber da delicadeza do trabalho que deve ser feito e “isso leva o seu tempo”.

Os trabalhos estão a ser feitos, e a empresa, diz, está a envidar todos os esforços para que tudo volte à normalidade no menor tempo possível, mas ainda não se sabe até quando.

“Eu não lhe posso dizer o mais curto espaço de tempo quando é que será, porque não depende só de nós, (também de um fornecedor) são equipamentos muitos sensíveis, que precisam de atenção muito delicada, mas esse trabalho está sendo feito continuamente”, acrescentou, indicando que o referido fornecedor é externo.

Isa Neves avançou ainda que dos números gratuitos somente o 131 e 132 estão a funcionar, por se tratar de números de emergências, contudo os restantes vão sendo resolvidos paulatinamente.

A CVT reconhece, no entanto, que já se levou algum tempo para repor a normalidade de todos os seus serviços, mas adianta que é uma situação que os técnicos estão “permanentemente em ação”, desde sábado para que se possa disponibilizar todos os serviços.

De realçar que até ao momento as intervenções estão a ser feitas nos equipamentos que a empresa tem, contudo acrescentou Isa Neves, se durante as intervenções se aperceber que é necessário de mais equipamentos que não existe no País, “nós temos condições de os colocar aqui”.