Débora Katisa recebeu líquido, mais de 3 milhões e meio de Escudos do cofre do Estado, só em 2023

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Dados na posse de OPAÍS.cv compravam isto mesmo

Entre o chorudo salário de mais de 300 contos mensais e outras regalias, a primeira-dama de Cabo Verde, recebeu no decurso deste ano de 2023, mais de 3 milhões e meio de Escudos.

Uma investigação de OPAÍS.cv revela ao detalhe valores recebidos por Débora Katisa Carvalho, entre janeiro e agora dezembro, para além do salário ilegal, definido unilateralmente pelo Presidente José Maria Neves.

O valor aqui reportado refere tão somente ao salário ilegal, ajudas de custo em deslocações entre as Ilhas e para o estrangeiro, a favor de Débora Katisa.

No entanto, a nossa investigação apurou que o Presidente autorizou a devolução de centenas de contos à sua companheira, não se conhecendo as razões para tal devolução.

As despesas de alojamento nas ditas viagens entre as Ilhas e para o estrangeiro não constam nos valores recebidos.

1 COMENTÁRIO

  1. É impressionante, que quanto mais abre a boca, mais JMN e sua turma de criminosos se afundam. No seu último comunicado, a presidência da república informa que os recursos financeiros para o pagamento dos salários da esposa constam no OGE 2023. Mas é claro que lá estão. Não deveriam lá estar antes de ser criada por lei a categoria “Primeira Dama”. JMN não criar a função “primeira dama” e mandar incluir no OGE seu salário. Esse é o problema. O Ministério das Finanças não regulamenta o salário dos membros do quadro privativo da presidência da república. O dinheiro foi lá colocado e de lá saiu para os bolsos do JMN e da sua esposa. Caso não estivesse, JMN não teria como pagar a esposa pelos serviços à ou na presidência. O problema é que é necessário primeiro haver lei que cria e regula a função para depois seguir com as demarches de sua aplicação, inclusivamente o seu salário. A ideia que se tem é que JMN se comporta como ex-presidente. Ordenou a devolução dos recursos, supostamente, por percebidos de forma ilegal, mas diz são legais. Mais a mulher nada tem a ver com o malabarismo criminoso do JMN e do seu Chefe da Casa Civil. Portanto, a questão é política e, politicamente JMN é responsável e, portanto… IMPEACHMENT JÁ.

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