Nesta declaração se reconhece que é necessária mais ambição para salvar os oceanos
A Conferência do Oceanos das Nações Unidas, a decorrer em Lisboa sob o tema “Salvar os Oceanos, proteger o Futuro” chega ao fim hoje e a adoção de um texto final, a Declaração de Lisboa deverá marcar o seu fim.
Esta segunda Conferência sobre os Oceanos juntou em Lisboa cerca de 6.700 pessoas, com delegações de 159 países, incluindo Cabo Verde, fizeram representar por 15 Chefes de Estados, um Vice-Presidente e 124 Ministros.
Relativamente ao seu discurso final, o Secretário-geral da Conferência, Liu Zhenmin, tinha assegurado na quinta-feira, que os textos da declaração final está “fechado”, e nele se reconhecem os “impactos devastadores” da pandemia da Covid-19 na economia baseada no oceano e, consequentemente, na saúde humana, com um aumento de lixo plástico nos mares.
A declaração deve ser adotada na cerimónia de encerramento a acontecer na tarde de hoje, depois de um debate, durante a manhã, sobre o objetivo de desenvolvimento sustentável 14, proteger a vida marinha, e a ligação com outros objetivos de desenvolvimento sustentável.
No decorrer desta Conferência da ONU foi decidida a criação de uma plataforma de cooperação dos países Lusófonos para promover a pesca sustentável e combater a pesca ilegal.


