Helena Andrade afirma que Jorge Cardoso estaria a querer “deitar por terra” todo o trabalho feito para o bom arranque do ano letivo na Ilha, com as suas afirmações que não correspondem à verdade
A Delegada do Ministério da Educação na Ilha de São Vicente desmentiu as afirmações do Presidente do SINDEP, Jorge Cardoso, que fala em perseguição aos professores, problemas de mobilidade dos mesmos relacionados com distribuição dos horários, entre outros.
De acordo com Helena Andrade, o sindicalista quer “deitar por terra” todo o trabalho conseguido para o bom arranque do ano letivo, muito também graças aos professores que são afetos a esse sindicato, pelo que não endente esse posicionamento do Presidente do SINDEP, desafiando-o a apresentar provas das suas acusações.
Numa reação ontem, Andrade desafiou Cardoso a apresentar “fatos concretos” e dissesse realmente o que é que se está a passar porque, do conhecimento da Delegação, “não há nenhum caso de ameaça, de perseguição e nem de represálias porque não faz parte da nossa forma de trabalhar”.
Aquela responsável admite que com as suas declarações, o Presidente do SINDEP só pode estar a querer ofuscar o brilho do arranque do ano letivo, na Ilha.
No que se refere às formações que os professores estão a frequentar, Jorge Cardoso, diz que sobrecarrega os professores e que não devia estar a acontecer. Neste quesito, a Delegada foi catégorica ao afirmar que faz parte do processo, e até são os professores que pedem formações, e neste particular porque há novos manuais e novas matérias, é necessário estas formações.
Face a essas afirmações do Presidente do SINDEP, a Delegada pediu a Jorge Cardoso “ponderação e mais responsabilidade” nas suas declarações.



Conheço a Delegada o suficiente para acreditar na boa fé das suas afirmações. Os professores precisam de formações, pois eles ensinam e além do mais são os próprios que solicitam. A sobrecarga é normal neste período do ano. Temos mesmo, que em certas situações saber trabalhar sob pressão e para os professores isso não é novidade nenhuma.
Neste momento o setor precisa de calma. Os sindicatos não podem aparecer só para pedirem aumento de salários, subsídios ou regalias, ou quando há problemas. Vamos colaborar também, minhas e meus senhores.
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