Garantia é do boss da multinacional que gere, doravante, as infraestruturas aeroportuárias do País
O Presidente do grupo VINCI, que recentemente assumiu a gestão dos aeroportos Cabo-verdianos, confirmou, esta quarta-feira, 6, na Cidade da Praia, que fatores como a Democracia, a vigência do Estado de Direito, a estabilidade jurídica e política pesaram na decisão do Grupo em investir no País.
Nicolas Notebaert assume que estes elementos permitem aposta numa concessão de longo prazo, como a firmada com o Estado, para um período de 40 anos.
Com a concessão, a VINCI já pagou a Cabo Verde 35 milhões de Euros, de um pacote inicial de 80 milhões, cujo remanescente será pago nos próximos meses.
A par disso, Cabo Verde vai receber, anualmente, percentagens pela exploração. Entre 2022 e 2041, o valor é fixado em 2,5%, aumentando 1% para o período 2042 a 2051 e 7% de 2052 a 2061.
Por outro lado, e durante a concessão, a VINCI vai investir um pacote de 619 milhões de Euros nos aeroportos Cabo-verdianos.


