Candidato presidencial felicitou “todos” os atores políticos envolvidos nas eleições Legislativas de 18 último
A candidatura presidencial de Carlos Veiga, felicitou, esta tarde, o povo Cabo-verdiano, nas Ilhas e nas comunidades, pelo modo como participou nas eleições Legislativas do passado domingo.
Em nota remetida à nossa Redação, Carlos Veiga reconhece que a democracia Cabo-verdiana saiu “reforçada e prestigiada”, e enfatiza que “isso é bom” para o caminho que “temos juntos a percorrer” rumo ao desenvolvimento da Nação e deve ser motivo de “grande orgulho” para todas as Cabo-verdianas e todos os Cabo-verdianos.
Na sua missiva, Carlos Veiga felicitou, também, os 6 Partidos que se apresentaram ao pleito e suas lideranças pelo “contributo essencial” que deram nesse exercício democrático, segundo ele feito em condições “muito difíceis”, derivadas da situação sanitária, económica e social, criada pela pandemia da Covid-19.
“Quero, de igual modo, parabenizar o MpD e o seu líder Ulisses Correia e Silva pela vitória alcançada”, continua a missiva, onde também felicita os Partidos da Oposição por terem aceitado o resultado das eleições, “o que, por si só, demonstra a vitalidade da nossa democracia”.
Carlos Veiga reconhece que Cabo Verde foi assim dotado, pelo povo de um Parlamento “plural renovado, de um Governo com condições de grande estabilidade e governabilidade e de uma Oposição forte, todos capazes de enfrentar com sucesso os tremendos desafios que se irão colocar-nos nos próximos cinco anos (…) e que exigirão o engajamento sólido e patriótico de todos na realização efetiva do bem comum do povo Cabo-verdiano”.
“Quando eu for eleito Presidente da República (a 17 de outubro) trabalharei com todos os atores políticos e com a Sociedade civil, em especial com o Parlamento e o Governo ora escolhidos e legitimados pelos Cabo-verdianos, no quadro das orientações estabelecidas pela Constituição (da República) e na procura permanente dos entendimentos e equilíbrios necessários ao esforço comum de desenvolvimento humano, inclusivo, sustentável e sustentado do nosso País”, assegura.



Nos próximos cinco anos, quiçá mais, Cabo Verde vai precisar de um Presidente da República solidário com as políticas do Governo, e muito comprometido com os grandes desafios da recuperação económica e social do país no pós Covid-19. Não de um “chefe da oposição” travestido ou de um fantoche que está a ser fabricado a partir de um canal de TV de Lisboa, canal esse que não se importa de minar a credibilidade de Cabo Verde para reverter a nossa democracia. Cabo Verde não deseja um fantoche para sancionar leis ou vetar leis conforme as demandas de clientes externos e que aperta a mão de sangue de criminosos confessos e chefes de gangs e thugs em plena Sala do Gabinete do Primeiro Ministro; presidente que se alia grupos económicos e de comunicação que produzem contra-informação para influenciar o voto LIVRE do povo. Carlos Veiga, claro, com toda inteligência e classe que todos lhe reconhecemos, mais uma vez, saiu na frente com categoria e engenho, tipicamente de homem de Estado. O protocandidato de Pinto Balsemão e da SIC vai ter de correr atrás do prejuízo.
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