Consideração é do Presidente da República, que lamentou a morte do homem que “amou infinitamente a liberdade”
O Presidente da República considerou hoje que o arcebispo emérito Sul-africano, Desmond Tutu, “amou infinitamente a liberdade” e foi uma “figura incontornável da África contemporânea”.
“Faleceu Desmond Tutu, aos 90 anos. Amigo de Nelson Mandela, lutou pacificamente contra o apartheid, denunciou todas as formas de discriminação e amou infinitamente a liberdade”, escreveu o chefe de Estado precisando que o malogrado é “mais uma estrela negra que se destaca no firmamento universal”.
Numa mensagem enviada ao seu homólogo Sul-africano, Cyril Ramaphosa, JMN lamentou a morte do arcebispo, que foi herói da luta contra a segregação racial, Prémio Nobel da Paz e Presidente da Comissão pela Verdade e Reconciliação. “Nesta hora de consternação e de pesar, quero, por intermédio de Vossa Excelência, manifestar as mais sentidas condolências e toda a solidariedade ao Povo irmão Sul-africano” vincou.
Desmond Tutu morreu no domingo aos 90 anos, na sequência de um cancro da próstata, na Cidade do Cabo.
O funeral vai realizar-se no próximo sábado, 1 de janeiro, na Catedral de São Jorge, a sua antiga Paróquia na Cidade do Cabo, anunciou a sua fundação.


