Consideração é do Ministro das Comunidades, Jorge Santos, para quem o Governo decidiu considerar a Diáspora Cabo-verdiana uma extensão das Ilhas, com o objetivo de eliminar, de forma funcional, essas distâncias que existem entre os residentes e os não residentes, considerando que somos todos Cabo-verdianos
O governante disse que é preciso valorizar todo trabalho da Diáspora e a sua contribuição no processo de desenvolvimento nacional, nomeadamente no momento da Independência e agora com a pandemia onde os nossos emigrantez estiveram muitos ativos.
“As nossas comunidades no exterior estiveram sempre ativas e presentes em todas as fases de desenvolvimento da Nação Cabo-verdiana”, explicou Jorge Santos.
O Ministro das Comunidades garantiu ainda que ideia e a proposta do seu Ministério é ver à Diáspora como uma extensão do País e também ver todos os Cabo-verdianos como cidadãos de Cabo Verde. “Começamos por tirar esse estigma dos imigrantes, porque a história deles tem essa conotação muitas vezes, a procura de melhores condições de vida, bem-estar, educação dos seus filhos e da estabilidade das suas famílias, destacando que são princípios que devem ser cultivados”.
O Ministro assegurou que para haver uma rapidez na resolução de burocracia dos processos no País, o Governo aposta em medidas essenciais como conhecer a nossa comunidade imigrada ou seja conhecer os perfis das nossas comunidades, bem como a criação de uma plataforma digital e funcional de Cabo Verde com à Diáspora e vice-versa.
O Ministro falava ao programa Show da Manhã da TV pública na passada segunda-feira, 2.



Todos os governos, sobretudo, na II Republica dizem sempre isto, again and again, over, over again de que os emigrantes e a extensao do Pais.
Vozes: muito bem Sr. Ministro
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