Líder do PAIGC foi conduzido esta sexta-feira para as celas da Segunda Esquadra da Polícia de Ordem Pública, na capital Bissauguineense, para cumprir a prisão preventiva. A defesa boicotou a audiência, alegando irregularidades no processo
O antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau e líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, foi conduzido na manhã desta sexta-feira, 10 de julho, para as celas da Segunda Esquadra da Polícia de Ordem Pública, em Bissau, para cumprir a prisão preventiva decretada pelo juiz Mamadu Embaló.
De acordo com informações avançadas pela rádio guineense CFM, citando uma fonte do Ministério do Interior, Domingos Simões Pereira já deu entrada nas instalações da Segunda Esquadra, anexa àquele departamento governamental.
Antes de ser conduzido à unidade policial, o dirigente político foi levado ao Tribunal Militar Superior para ser formalmente notificado da decisão judicial que determina o seu regresso à prisão preventiva. Trata-se da mesma esquadra onde esteve detido durante mais de 60 dias, entre novembro de 2025 e janeiro deste ano.
Os advogados do político decidiram boicotar a audiência no Tribunal Militar Superior, alegando que o processo tem sido conduzido à margem da lei. Segundo a defesa, a comparência do seu constituinte perante o juiz não foi oficialmente comunicada ao coletivo de advogados, através da respetiva notificação, o que consideram uma violação das garantias processuais.
O processo contra Domingos Simões Pereira continua a suscitar forte controvérsia política e jurídica na Guiné-Bissau, com a defesa a denunciar perseguição política, enquanto as autoridades sustentam que a atuação da justiça decorre no âmbito das investigações em curso.


A desgraça, o atraso, a miséria e a situação atual da Guiné Bissau sempre foi e é da responsabilidade do PAIGC. Os combatentes da liberdade da pátria, seus descendentes e dependentes sempre foram e são um bando de parasitas, oportunistas, saqueadores, mamadores que sempre tiveram vidas de luxo, à custa da miséria e ignorância do povo. Ainda hoje acham que são os únicos que podem governar GB , que merecem vassalagem, aplausos e homenagem de todos. Hoje querem atribuir toda a desgraça da Guiné Bissau ao Sissoco. O DSP se estivesse no poder faria exatamente o que o Sissoco está a fazer. O povo da Guiné Bissau vive na miséria desde da independência sob o regime do PAIGC, a diferença é que hoje todos têm acesso a internet e sabem o que se passa na GB. Porquê que todos os ex PR e PM e os seus amigos e descendentes são todos ricos?????
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