Presidente Norte-americano alega que a organização da ONU adota posições “antissemitas”, “pró-Palestina” e “pró-China”
O Presidente Donald Trump anunciou a retirada dos Estados Unidos da América da UNESCO, alegando que a organização da ONU adota posições “antissemitas”, “pró-Palestina” e “pró-China”.
A decisão, avançada pelo The New York Post e confirmada pela administração Norte-americana, inclui críticas às políticas de diversidade, igualdade e inclusão (DEI), que Trump considera “demasiado woke”.
Esta não é a primeira vez que os EUA abandonam a UNESCO. Ronald Reagan tomou decisão semelhante em 1984, Trump retirou o País em 2021, e Joe Biden oficializou o regresso em 2023.
Agora, Trump repete a saída, com impacto previsto no orçamento da organização, já que os EUA representam cerca de 8% das contribuições globais.
Fontes diplomáticas Europeias e da própria UNESCO já confirmaram a decisão e reconhecem possíveis efeitos financeiros, embora ressaltem que a maioria das operações da agência não depende exclusivamente do financiamento Norte-americano.


