Primeiro-Ministro fez esta observação no quadro das celebrações do Dia de África ontem celebrado
Ulisses Correia e Silva quer que se aproveite as potencialidades e oportunidades do Continente.
O repto foi partilhado ontem, quarta-feira, 25, durante um encontro com representantes dos países parceiros e amigos, num momento de “confraternização e amizade”, mas sobretudo de “reflexão” sobre os desafios que o Continente enfrenta.
Ao lado do Ministro dos Negócios Estrangeiros que cumpria o último dia de visita ao nosso País, o Primeiro-Ministro reconheceu que a África tem pela frente “desafios” que se prendem “muito” com a necessidade de uma trajetória consistente para o desenvolvimento sustentável, em Paz, em democracia, em segurança, com respeito pelos valores mais nobres da humanidade, respeito pela dignidade da pessoa humana, e pelo aproveitar de todo o seu capital humano, para que as próximas gerações possam ter uma África “mais próspera”.
“Mesmo em contexto difícil, mormente no Continente Africano, onde se sente os riscos e as ameaças reais e tornam os desafios ainda maior, deixei o desafio de pensarmos como aproveitar melhor as nossas forças, os recursos endógenos, os recursos minerais e naturais, transformá-los em recursos para o desenvolvimento, para atingirmos as pessoas e criar oportunidades de desenvolvimento”.
Um dos maiores recursos da África, considerou UCS, é o seu capital humano. A Árica, ajuntou, é um continente jovem que deve ser aproveitado e potencializado, sobretudo ao nível da educação, conhecimento e capacidades para fazer transformações.
“A Zona de Livre Comércio Continental Africana é outro grande potencial que devemos aproveitar para que haja mais transações, mais economia e que se traduza em mais rendimento e emprego”, adicionou em jeito de desafio.


