Ecomib termina missão de paz na Guiné-Bissau

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Os soldados da Ecomib deixaram de dar segurança às individualidades e instituições Guineenses. A ordem é de Umaro Sissoco Embaló, Presidente eleito, e começou ontem a ser aplicada

A Ecomib, força de interposição da CEDEAO, começou a ser retirada do corpo de escolta do Presidente da Guiné-Bissau, do Presidente do Parlamento, de Aristides Gomes, do primeiro-ministro demitido, da casa de Domingos Simões Pereira e dos juízes do Supremo Tribunal de Justiça.

A ordem é de Umaro Sissoco Embaló, Presidente eleito, e começou ontem a ser aplicada.

A partir de agora serão os elementos das forças de defesa e segurança Guineenses que darão cobertura de segurança à todas as individualidades do Estado.

O general na reserva e Ministro da Defesa do Governo de Nuno Nabian, Sandji Fati, disse tratar-se de uma operação normal, uma vez que a Ecomib termina o seu mandato na Guiné-Bissau a 30 deste mês. O ministro guineense da defesa descarta, ainda, qualquer cenário de caça às bruxas em torno da retirada dos contingentes da Ecomib de vários recintos da capital e elogia o papel da força da CEDEAO na estabilização do País desde 2012.

Com RFI