Electra regista melhorias nas contas de 2023

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Em termos económico-financeiros, o resultado líquido do período, atingiu a cifra de 231.941 contos negativos, representando uma melhoria de 549.605 contos

A Electra esteve reunida em Assembleia Geral Ordinária, ontem, com a participação dos acionistas Estado, INPS e Municípios, com vários pontos em agenda, um deles a Conta e Gerência de 2023, com o registo de melhorias.

Em termos económico-financeiros, o resultado líquido do período, atingiu a cifra de 231.941 contos negativos, representando uma melhoria de 549.605 contos

“Em termos económico-financeiros, o resultado líquido do período, atingiu a cifra de 231.941 contos negativos, representando uma melhoria de 549.605 contos (+70,3%) em relação ao período anterior (781.546 contos negativos)”, refere uma nota oficial.

Foi aprovada ainda a proposta de conversão dos empréstimos de retrocessão do acionista Estado em prestações acessórias.

Uma outra decisão “importante” adotada na reunião do Mindelo foi a aprovação do Plano de Cisão da Electra SA, que implica a divisão da empresa em 3 novas entidades: a Empresa de Produção de Eletricidade de Cabo Verde, que tem por objeto a produção de energia elétrica por via térmica; Empresa de Distribuição de Eletricidade de Cabo Verde, que visa a distribuição e comercialização de eletricidade em todo território nacional e o Operador Nacional de Sistema Elétrico de Cabo Verde, cujo objeto consiste no transporte e operação do sistema elétrico e centro nacional despacho, e que vai continuar no domínio da esfera pública.

O setor da água mantém-se na empresa Electra SA, que assume a produção e a distribuição do precioso líquido.

Entre os ganhos apontados, o PCA da Electra, Luís Teixeira destacou o fato de a empresa conseguir, a partir deste momento, estar no mercado e negociar com “melhores condições”, reforço, de imediato, dos capitais próprios e melhoria da solidez financeira e a sua capacidade de enfrentar os ativos.

“Nós queremos aqui agradecer mais uma vez o acionista Estado pela confiança que deposita no Conselho de Administração, mas, sobretudo, nós consideramos que é um sinal claro de que essa reestruturação, também, o acionista de Estado está preocupado com essa situação”, observou.