EMAR e Conchave juntos na formação técnica e profissional nas áreas marítima e afins

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Acordo estabelecido esta quinta-feira, no Mindelo, tem como finalidade o estreitamento das relações institucionais e cooperação em matérias técnico científicas

O protocolo foi hoje assinado na Ilha de São Vicente, na presença do Ministro do Mar, Abraão Vicente, e visa promover a formação técnica e profissional nas áreas marítima e afins, bem como capacitar os quadros Cabo-verdianos para os desafios e oportunidades do mercado nacional e internacional de comum interesse.

O PCA da EMAR, Ivan Bettencourt, aponta para uma parceria que vai ser uma mais-valia, pois que abre portas aos formandos da EMAR para estágio curricular, numa empresa “com nome, com qualidade e que pode oferecer mais experiência de vida marítima”.

“A intenção não é formar apenas por formar, mas para a empregabilidade”, enfatizou o responsável da Escola.

No quadro deste acordo, a Conchave posiciona-se como um dos parceiros da EMAR na concretização dos cursos à distância ‘e-learning’, que estão a ser preparados e certificados pela Organização Marítima Internacional e pela convenção marítima internacional STCW.

O Diretor-geral da Conchave, considerou que o protocolo permitirá a continuidade de capacitação e competência dos marítimos da empresa e ao mesmo tempo possibilitar aos novos formandos experiência prática nos navios petroleiros que detém, pois a empresa está ligada à petrolífera Vivo Energy.

José Figueiredo acredita que a partir desta parceria podem dar uma “humilde contribuição” ao desenvolvimento da indústria marítima nacional e fazer com que “todos estejam mais pertos dos standards internacionais”.

PCA da EMAR desde início de maio último, Ivan Bettencourt assume a missão de “reforçar a atitude” da instituição para, de entre outros, massificar e desenvolver uma oferta de formação de qualidade em linha com o mercado de trabalho nacional.

Ao OPAÍS.cv, na data que assumiu a liderança da EMAR, Bettendourt constatava que promover uma integração socioprofissional “justa e inclusiva” das pessoas formadas “é eficaz” na economia azul. Por outro lado, apontou o reforço nas formações ligadas à economia azul de modo a obter “maior e melhor” eficácia/eficiência tecnológica, energética e ambiental.

Nesta linha, aquele dirigente aponta para o estabelecimento de um conjunto de parcerias até o final do ano de modo.